Posto isto, uma das bolachinhas mais populares cá em casa, deliciosas e super fáceis de preparar, são os coockies de chocolate, também conhecidas por bolachas americanas. Para levar para o trabalho ou como sobremesa, acaba por funcionar como snack, nomeadamente quando me apetece algo doce mas não tenho coragem para estar a preparar receitas demasiado elaboradas.
Se gostam de bolinhos secos com um forte sabor a chocolate, experimentem porque vão adorar, sobretudo se têm crianças, até porque podem, e devem, dar asas à imaginação, usando M&M´s ou outro topping divertido. Palavra de #lobo.


1. Canela: A canela que habitualmente compramos no supermercado, é, na verdade Cassia, extraída de uma planta diferente da verdadeira, a Cinnamomum zeylanicum, ou “canela de Ceilão”. No entanto, ambas possuem um forte componente medicinal, ajudando a reduzir os níveis de colesterol, e de dois tipos de diabetes. Esta especiaria, é, também, um poderoso anticoagulante, auxiliando no combate a infecções urinárias, e na redução do excesso de peso.
2. Cravinho: Poderoso antifúngico, é utilizado pela medicina tradicional indiana como analgésico, para atenuar a dor de dentes, prevenir problemas gástricos, e curar o “pé de atleta”.
3. Gengibre: Esta, é a especiaria que até os médicos aconselham. Funciona como antibiótico natural, sendo o seu chá excelente para atenuar náuseas, dores de estômago, e estimular a circulação. Sempre que me estou a sentir constipada ou com gripe, bebo chá de gengibre e limão, e estou muito satisfeita com os resultados.
4. Cominhos: Apesar do sabor forte, os cominhos são um anticéptico natural, e um potente antioxidante. As suas propriedades são especialmente eficazes com os problemas de estômago, uma vez que estimula a libertação de enzimas digestivos. Tanto na Índia, como em Marrocos, assim que vêm um turista a vomitar, este é “obrigado” a beber, de shot, chá de cominhos. Apesar do sabor péssimo, porque é hiper concentrado, o facto é que resulta. Este condimento é, também, indicado para combater insónias, e prevenir o aparecimento de constipações.
5. Cardomomo: Do ponto de vista terapêutico, o cardomomo é uma das mais eficazes especiarias do mundo. Ajuda com a digestão, e a curar vómitos e diarreias. Na Índia, é usado para melhorar o funcionamento do sistema respiratório, resolver problemas na garganta, e diminuir os gases no estômago e a flatulência.
6. Pimenta de Caiena: A caiena é excelente para quem está a tentar emagrecer, uma vez que acelera o metabolismo, e estimula a circulação. Na medicina ayurvédica, é utilizada para o alivio de dores.
7. Açafrão (Curcuma): Mais conhecida por “Açafrão da Índia”, “Açafrão da Terra” ou “Turmérico”, é uma planta oriunda da Índia e da Ásia Meridional, tendo sido difundida, pelos portugueses, a partir do século XVI. Existem cinco variedades comerciais de Curcuma: China, Bengala, Madras, Malabar, e Bombaim, sendo, na Europa, o tipo de “açafrão” mais consumido. É esta, a especiaria que dá o toque picante, e o tom amarelo, ao pó de caril. Na medicina chinesa, é usada no combate à icterícia, doenças hepáticas, e redução dos níveis de colesterol. Acredita-se ser a grande responsável pela baixa incidência da doença de Alzheimer, na Índia. De acordo com este artigo, para além de um forte antioxidante, é, também, um eficaz agente anticancerígeno, quer na prevenção, quer no tratamento de tumores, e subsequentes metástases.
Apesar de não substituírem, naturalmente, a clássica ida ao médico, não podemos ignorar as importantes propriedades terapêuticas destas especiarias, e, quanto melhor for a sua qualidade, mais notórios serão os resultados. Sempre que viajo para países que as produzem, como a Índia ou a Turquia, aproveito para reabastecer o stock. No entanto, em Portugal, também é possível adquiri-las a um preço relativamente simpático. Fiquem atentos ao blog, porque, em breve, vou escrever um post a indicar onde.
]]>Posto isto, e, agora, só para quem adora este delicioso prato indiano, é fundamental conhecermos as especiarias que estamos, ou não, a usar, para que as mesmas sejam empregues de forma adequada no sentido de obtermos o mais incrível dos resultados.
Como sabem, a India foi uma das minhas primeiras viagens à Asia, a qual irei explorar aqui no blog, e permitiu-me conhecer parte das especiarias que todos adoramos, na sua origem. Entrar num mercado em Margão e ter a oportunidade de comprar o verdadeiro açafrão ou a canela “original”, é uma experiência única.
De facto, as especiarias são a base da culinária indiana e o seu uso é milenar, significando o termo “Masala”, ou “Massala”, de que que todos já ouvimos falar, “mistura de especiarias”. Por exemplo, a famosa “Chicken Tikka Massala” dos restaurantes indianos não quer dizer mais do que “galinha aos pedaços com especiarias”. No entanto, é importante saber que especiarias, e em que quantidade, usar, pelo que partilho, convosco, 5.75 leitores, um guia prático que vos vai ajudar, e muito, no vosso próximo caril. Ora leiam:
Cominhos: Em pó, ou em sementes, dão calor, e um sabor profundo, aos alimentos. Originários do médio Oriente e da parte oriental do território indiano, são usados, há, pelo menos, quatro mil anos. Ricos em fibras e Vitamina B, o seu paladar intenso obrigada a alguma contenção, pelo que, num caril para quatro pessoas, costumo usar uma colher de chá.
Sementes de Mostarda: Apesar de suave e discreto, as sementes de mostarda têm a particularidade de dar um toque exótico, devendo ser cozinhadas, uns segundos, em óleo, ou azeite, quente, para libertar o sabor. A proporção a usar é similar à dos cominhos.
Curcuma (Açafrão) em pó: Mais conhecida como “açafrão das Índias”, é responsável pelo sabor picante que o caril tem, pelo que deve ser empregue com moderação. Na India, existem mais de 40 espécies diferentes, sendo a mais comum a que compramos no supermercado. Consumida há mais de quatro mil anos, a Curcuma possui inúmeros fins medicinais e é um elemento indispensável em qualquer receita de caril, mas, como deve ser usada com alguma calma, costumo usar duas colheres de chá.
Cardamomo: Da família do gengibre, o tipo mais comum é o cardamomo verde, que é usado, habitualmente, em vagem. Com sabor adocicado, é excelente para doces, encontrando-se disponível em qualquer supermercado, nomeadamente em pó. Cá em casa uso, até no arroz doce, e trago sempre que viajo pela Asia, pois, além de mais em conta, o aroma é mais intenso. Na receita de caril, deve ser empregue com moderação, e ,se usado em pó, não mais do que uma a duas colheres de chá. No caso da vagem, que é a minha versão preferida, utilizo três ou quatro, esmagadas no almofariz.
Sementes de Pimenta Preta: Nativa do sul da India, mais do que o picante, as sementes de pimenta preta conferem um sabor profundo e intenso ao caril. Para que consigamos obter o pleno das suas propriedades, não devem ser, previamente, moídas, sendo suficiente adicionar quatro ou cinco grãos ao caril.
Pau de Canela: O tipo de canela usado, normalmente, na cozinha indiana é a Cassia Bark, cujos paus são maiores, e mais escuros, do que os que costumamos comprar nos supermercados. Possuindo um sabor menos intenso, e mais complexo, em Portugal, esta variedade não é muito fácil encontrar, pelo que é OK usar um pau de canela, “normal”, no caril.
Sementes de Funcho: Com um sabor doce, e ligeiramente anisado, podem ser compradas nas grandes superfícies, devendo ser empregues na mesma proporção que os cominhos.
Noz Moscada: Popularmente usada no puré de batata, a noz moscada é um elemento essencial no caril, que deve ser empregue em pouca quantidade, para que este não fique demasiado picante. Idealmente, ao invés de previamente triturada, deve ser usada a noz e raspada na hora, sendo possível encontrar em hipermercados de maior dimensão.
Cravinho: Consumido na Turquia e na Síria, pelo menos, desde o II milénio a. C., o cravinho é usado, habitualmente, em conjunto com a canela e a pimenta, devendo ser empregue com moderação, considerando o seu sabor intenso. Cá em casa, não uso mais de que um ou dois grãos. É o suficiente para dar, ao caril, a profundidade de que necessita.
Sementes de coentros: Hoje em dia, é cada vez mais fácil encontrar estas sementes no supermercado, que devem ser usadas à semelhança dos cominhos. Apesar de suave, o seu sabor não passa despercebido.
Gengibre: Despensa apresentações e deve ser cozinhado em fresco, sem casca, bem picadinho, e com alguma moderação, uma vez que possui um sabor intenso.
Chili Vermelho em pó: Especiaria indispensável da cozinha indiana, possui diferentes níveis de intensidade e deve, literalmente, ser introduzida ao gosto do freguês, ou, nos casos em que um dos convivas não goste de picante, servida à parte.
Folhas de Caril: Colhidas de uma árvore originaria da India, a Murraya koenigii, cujas folhas são, habitualmente, usadas nas receitas de caril. Apesar do sabor suave, dão-lhe um toque profundo e exótico, e são super agradáveis. Em Portugal, nunca encontrei, fisicamente, à venda mas é possível encomendar pela net.
Então e o caril, caril? Surpreendam-se: O caril não é uma especiaria, mas uma mistura de especiarias, nomeadamente das que acabei de enumerar, para o caso das receitas indianas. Quando vamos ao supermercado e trazemos o frasco com este nome, é o que estamos a comprar: Um conjunto de especiarias trituradas, sendo que o sabor picante advém da curcuma (ou açafrão). Peço desculpa se destruí o vosso imaginário culinário, mas alguém tinha que o fazer.
Posto isto, 5.75 leitores, sigam estas dicas para preparar um delicioso caril indiano, e adaptem a quantidade de cada especiaria em função dos vossos gostos, para obter a “masala” perfeita. Outro ponto essencial para o sucesso, é consultar uma boa receita, não se porem a inventar, e a introduzir ingredientes aleatórios. No final, escolham um bom arroz de jasmim ou basmati, disponível em qualquer supermercado, para acompanhamento e bom apetite.

Caros 5.75, porque falar de comida, é, também, falar de amor, partilha e generosidade, divido convosco uma das histórias mais inspiradoras que li nos últimos tempos: Tanka Sapkota, o Chef nepalês mais italiano de Lisboa, decidiu dar luta à pandemia causada pela COVID-19, e distribuir pizzas, e outros bens alimentares, pelas famílias mais carenciadas de inúmeras freguesias da capital. Sob o lema “Não podemos mudar o mundo… mas podemos ajudar a melhorá-lo”, frase inscrita no balcão desta verdadeira pizzaria ambulante, o projecto conta com cerca de meio milhar de voluntários e uma vasta equipa de apoio logístico, que contribuem, diariamente, para levar esperança e alimentos a mais de 2500 famílias vitimas desta crise.



A residir em Portugal há mais de duas décadas, após vários anos a viver em Roma e em Parma, o Chef Tanka é, actualmente, proprietário de quatro restaurantes: Come Prima, Forno D’Oro, Il Mercato, e Casa Nepalesa, tendo recebido, em 2015, a estrela Michelin das pizzas, atribuída pela Associazione Verace Pizza Napoletana. A solidariedade é, pois, fundamental na sua vida, tendo doado, igualmente, mais de três toneladas de arroz ao “Banco Alimentar Contra a Fome” para distribuir pelos mais necessitados.


A operação, que decorrerá até sete de julho, inclui a distribuição da ultrapremiada pizza napolitana, criada pelo Chef. Para além de reconhecida entre as melhores do mundo, é feita com tomate San Marzano DOP, salame DOP, mussarela italiana e farinha 0,0. Uma vez que a maioria dessas famílias, dificilmente, poderá ir a um dos seus restaurantes, Tanka decidiu incluir esta iguaria nas refeições que distribui, dizendo: “Quando oferecemos, devemos sempre oferecer o melhor, não o que nos sobra“. Este trabalho tem sido amplamente divulgado, para que possa servir de inspiração para outros empreendedores sociais e motivar outras acções de solidariedade.
Da minha parte, só me resta agradecer ao grande Chef Tanka Sapkota, aos voluntários, às IPSS, às juntas de freguesia e a todas as instituições que apoiam o projecto, por serem uma inspiração para todos nós, e por fazerem, realmente, a diferença, na nossa sociedade. Como o próprio referiu: “Não podemos mudar o mundo… mas podemos ajudar a melhorá-lo”.

Crédito das imagens: Sérgio Morais & Carla Amieiro
]]>Por altura do Natal, decidimos, eu e o meu irmão, oferecer ao nosso pai um ano de Netflix, e, por arrastamento, acabei por criar uma conta aqui para casa. Motivada pela paixão por comida, e pelo que de melhor se faz no mundo, não pude deixar de reparar numa série documental, que ficou em destaque, após colocar as minhas preferências: Chef´s Table. Criada em 2015, tem seis temporada, e cada episódio aborda a vida e a obra dos chef´s que encabeçam os cinquenta melhores restaurantes do mundo. Desde os convencionais, aos ditos rebeldes e inovadores, passando pelos que colocam em prática técnicas culinárias com mais de dez mil anos, há Chef´s para todos os gostos e feitios.

Apesar da diversidade geográfica, e dos diferentes estilos, existem dois denominadores comuns no trabalhos destes profissionais: Cada prato é uma obra de arte, e privilegiam os ingredientes sazonais de cada região, valorizando o seu sabor natural e espelhando, na maior parte das vezes, a cultura de uma comunidade. Daí, cada refeição ser uma experiência única, que é como quem diz: Uma viagem pelos sentidos. Acabei, ontem, a primeira série, e, até agora, os meus episódios preferidos foram o primeiro e o terceiro. Levantando, um pouco, o véu, mas sem estragar a surpresa, o primeiro é sobre a “Osteria Francescana” do Chef Massimo Bottura, que se fartou de suar para provar a excelência da sua versão das “receitas da avó”, e, hoje, é proprietário do melhor restaurante do mundo e, o terceiro, tem como cenário a Patagónia e, por protagonista, Francis Mallmann, o Chef menos convencional de sempre.
Se gostam, genuinamente, de boa comida, e de sabores do mundo, vão adorar o Chef´s Table. O acto de cozinhar é apresentado de uma forma tão simples e sublime, que é impossível não adorar o conceito. Eu estou viciadíssima, e não descanso enquanto não terminar a sexta temporada. É a melhor coisinha que a Netflix tem. Assim, (quase) nem choro os seis euros da mensalidade. Palavra de #lobo.


Crédito das Imagens: Netlix.
]]>Para além da Food Tour em Yangon, marquei, com alguma antecedência, uma aula de culinária no Inle Lake, sobre a qual vos vou falar em breve, onde aprendi a cozinhar algumas das mais emblemáticas receitas da gastronomia tradicional birmanesa. Uma das minhas preferidas, que já repeti, várias, vezes, cá em casa, é, sem dúvida, a salada de folhas de chá verde. Apesar de alguns ingredientes não serem muito fáceis de encontrar, com algumas ligeiras adaptações fica uma verdadeira delicia. É leve, com poucas calorias, e muito, mas mesmo muito saudável e saborosa. No Myanmar, é servida como entrada ou acompanhamento de caris, nomeadamente do de peixe. No entanto, vai bem com pratos de carne e, até, vegetarianos.
Uma vez que, hoje, é segunda-feira, dia de optar por um menu sem carne, deixo-vos esta deliciosa opção, que não custa nada a preparar e sabe mesmo a Ásia. A maior diferença em relação à versão original birmanesa é ser confeccionada com folhas de chá secas ao invés de frescas, que ficam a fermentar durante semanas. Infelizmente, em Portugal, só existe produção de chá nos Açores, pelo que, no continente, é quase impossível encontrar folhas de chá verde acabadas de apanhar. No entanto, fica bom à mesma e mal se nota pela diferença. Experimentem porque vão adorar. Palavra de #lobo.

As primeiras referências a este prato, datam da Idade Média, e tinha por objectivo conservar o salmão durante meses, fazendo sair a humidade e conservando o sabor. Após curado, o salmão era deixado a repousar, e servido em fatias mais finas do que o sushi japonês. Uma vez que não tinha todos os ingredientes, como o gin, que detesto, fiz uma pequena adaptação e usei tequila. Contudo, posso garantir, meus caros leitores, que é uma verdadeira delicia, muito fácil de preparar, e, uma vez que pode ser armazenado, durante semanas, no congelador, sem perder a consistência, é ideal para os momentos em que chegam visitas inesperadas e queremos servir algo simples, mas requintado e saboroso. Ora leiam:
Crédito da Imagem: Recipetineats
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No caso da minha família, foi impossível dispensar os ícones da tradição portuguesa, como o cabrito ou o bacalhau, mas consegui introduzir novos pratos como a deliciosa abóbora recheada, a couve flor no forno, ou o carpaccio de beterraba. Muito simples de preparar, são super saudáveis, e absolutamente deliciosos. Quem provou, adorou. No entanto, não é só nas opções alternativas que Oliver dá cartas. As carnes assadas, o salmão no sal, as batatas perfeitas, as entradas e as incríveis sobremesas são receitas certeiras para o melhor Natal de sempre. É que, ao invés de seguirmos o senso comum, e de estarmos com experiências (e invenções) que nem sempre resultam, temos, ao nosso alcance, instruções precisas, já testadas, pelas mãos de quem sabe.
Uma vez que o meu pai não resiste em comprar metade da pastelaria da esquina, e para evitar desperdícios, cozinhei, apenas, dois tipos de doce: Os tradicionais, e bem portugueses, sonhos de abóbora (na Bimby, claro está) e o tiramisú de chocolate, uma verdadeira bomba para os sentidos, que fez um sucesso estrondoso, já que alia a famosa receita italiana a uma explosão de ganache, a que juntei um cálice de vinho do Porto. Até estou a salivar, só de me lembrar.
Apesar de não ser um livro barato (cerca de € 27,5), se comprarem hoje, dia 27 de Dezembro, em Wook.pt recebem 100$ desse valor, e ainda vão a tempo de inovar na mesa da passagem de ano. Para além do mais, a edição inclui receitas deliciosas, que podem ser usadas no dia a dia, quebrando a monotonia da rotina. Se gostam de sabores inovadores e surpreendentes, experimentem, porque vão ficar rendidos, meus 5.75 leitores. Eu já fiquei. Palavra de #lobo.

Crédito das imagens: Jamie Oliver
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Caros 5.75 leitores, quem ainda não experimentou kimchi, a mais famosa das conservas coreanas, tem mesmo que o fazer. Produzida à base de couve chinesa, e uma pasta de gengibre, malagueta, alho, farinha de arroz, açúcar e molho de peixe, é absolutamente deliciosa. Passando por um processo de fermentação, é altamente pro-biótico, o que favorece o bom funcionamento da flora intestinal, fortalece o sistema imunológico, e ajuda a regular os níveis de colesterol. Confeccionado, ancestralmente, em ambas as Coreias, era armazenado em recipientes de barro, denominados “Onggi”, posteriormente enterrados para serem consumidos durante o ano inteiro. A primeira vez que experimentei esta deliciosa iguaria, foi no passado mês de Março, em Londres, por iniciativa do meu querido irmão, e gostei tanto, que não descansei enquanto não preparei em casa, com direito a vídeo de Youtube. Posso dizer-vos, que, ao contrário do que possam pensar, o processo é muito simples, e os ingredientes nada difíceis de encontrar. Por exemplo, o molho de peixe tailandês, que poderia ser o mais complicado, foi adquirido no Jumbo por menos de dois euros. Depois de enfrascado, pode durar várias semanas no frigorífico, e é perfeito, para acompanhar carne, peixe, ou legumes. Se gostam de sabores diferentes, e não têm medo de arriscar, experimentem porque vão adorar. Palavra de #lobo.
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