Truques & Dicas – Lobo na Porta – Food & Travel http://lobonaporta.pt Mon, 12 Jul 2021 10:20:51 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.9.18 Cinco Truques para Destralhar a cozinha http://lobonaporta.pt/cinco-truques-para-destralhar-a-cozinha/ http://lobonaporta.pt/cinco-truques-para-destralhar-a-cozinha/#respond Sun, 04 Jul 2021 11:44:50 +0000 http://lobonaporta.pt/?p=6482 Caros 5.75 leitores, destralhar a cozinha não é muito diferente do que fazer aquela limpeza épica, de inicio de estação, ao armário. Basta, qual Marie Kondo do fogão e do tacho, inspirar fundo, beijar o chão da casa, rezar três Avé Marias, fechar os olhos, e começar, sem medos, com a seguinte premissa: “Se o Sporting foi campeão, nós também conseguimos”. 

Piadas clubísticas à parte, como já referi N vezes no blog, vivo num pequeno apartamento de 70 metros quadrados [mas com uma vista épica para o mar e para a serra], pelo que não me posso dar ao luxo de guardar tralhas de que não preciso. Aliás, para terem uma ideia, mais do que duas pessoas dentro da cozinha, são uma verdadeira multidão, o que, apesar dos pesares, tem as suas vantagens: Nos tempos idos, pré-covid, quando recebíamos visitas, a falta de espaço era uma ótima desculpa para correr com os enxeridos,  amigos dos bitaites, que só atrapalhavam os meus cozinhados.

Posto isto, nos últimos anos, tenho, ao máximo, apesar de a tentação espreitar a cada esquina, tentado não acumular objetos de que não preciso. No meu caso, esta missão é especialmente difícil, pois, para além de viver, dentro de mim, um pequeno demónio consumista, adoro cozinhar pelo que os gadgets matam-me.

Porque o esforço tem compensado, partilho, convosco, cinco truques que me ajudaram a destralhar a cozinha, e a optar pelos utensílios e equipamentos, que realmente uso:

1. Esvaziar prateleiras, gavetas e armários: Já dizia a nossa amiga Marie Kondo, que devemos abrir mão de tudo o que não nos trás felicidade [e não estou a falar de sogras, esposas e maridos], pelo que é importante tirar tudo para fora e confrontarmo-nos com a nossa acumulação e com os itens que não nos fazem falta.

2. Vender, doar ou colocar na reciclagem o que não usamos: Embarcou em todas as campanhas dos supermercados para enfeirar máquinas de waffles, pipocas, algodão doce, e todos os utensílios pseudo milagrosos que o irão transformar no Chef Silva? Esqueça. Se nunca os usou, já é tarde para começarem a ser uteis. Pense bem na relevância de cada um e despache o que não precisa. 

3. Devolva o que não é seu: Ter pouco espaço, tem as suas vantagens – Sempre que trago uma caixa, travessa ou prato que não é meu, devolvo no dia a seguir. No entanto, conheço gente que coleciona caixas de comida de casa da mãe, da sogra e da tia, juntando, por vezes, um volume assustador. Se é o seu caso, divida por proprietário e devolva. Vai ver que liberta volume na cozinha e na consciência. 

4. Deite fora o que está em mau estado e/ou já passou de validade: A minha querida avó, que esteve nas filas de racionamento de alimentos durante a II Guerra, tinha o hábito de comprar toneladas de arroz, massas e outros não perecíveis para, em caso de necessidade, ninguém passar fome. Escusado será dizer que acabavam por se estragar sem ninguém os consumir. Isto, para vos dizer que, de uma forma ou de outra, todos nós temos um pequeno acumulador cá dentro, o que origina a que, por vezes, as embalagens passem de prazo sem darmos conta. De facto, mesmo que estejam na validade, alguns alimentos vão-se deteriorando com o tempo, pelo que é importante gerir stocks e libertar espaço, deitando fora o que já não está em condições para ser consumido. 

Por outro lado, é também, recorrente, guardarmos panos de limpeza, embalagens e outros itens que, por faltam de monotorização, se degradam. Quando assim for, liberte espaço e lixo, ou reciclagem, com eles. 

5. Retire o que não é útil e/ou não faz parte da cozinhaMedicamentos, papeis, objetos de decoração, caixas, caixinhas e afins, que não têm uma utilidade óbvia, devem ser removidos, pois estão a ocupar espaço inutilmente, a ganhar pó, e a misturar-se com alimentos e utensílios culinários, o que pode, em ultima análise, ser perigoso para a nossa saúde.

Posto isto, 5.75 leitores, esqueçam o “Horror ao Vazio”, limpem as vossas cozinhas, livrem-se do que não vos faz falta, e ganhem um ambiente mais limpo, saudável, sustentável e amigo do planeta, onde cozinhar seja, realmente, um prazer. Vão notar, mesmo, a diferença. O difícil é começar. Palavra de #lobo. 

Créditos da Imagem: Dreamstime

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Sete ervas aromáticas com propriedades medicinais, para ter em casa http://lobonaporta.pt/sete-ervas-aromaticas-com-propriedades-medicinais-para-ter-em-casa/ http://lobonaporta.pt/sete-ervas-aromaticas-com-propriedades-medicinais-para-ter-em-casa/#respond Wed, 17 Mar 2021 08:15:56 +0000 http://lobonaporta.pt/?p=3492 Caros 5.75 leitores, depois do post sobre as propriedades medicinais de algumas especiarias, achei, por bem, escrever um semelhante inerente a ervas aromáticas, que, cá em casa, são muito apreciadas. Além de darem um excelente sabor aos cozinhados, permitem reduzir os níveis de sal, e a adição de temperos com gordura, como azeite ou maionese. A maior parte destas plantas, apresenta uma importante utilidade terapêutica, ajudando a prevenir, e a atenuar, alguns problemas de saúde. De entre o conjunto infindável de ervas aromáticas existentes no mercado, optei por destacar estas sete, que me parecem ser as mais eficazes e simples de adquirir:

1.Coentros: Frescos, ou congelados, cá em casa, nunca faltam. São óptimos para regular os níveis de colesterol e de açúcar no sangue, funcionando como ansiolítico natural, pelo que ajudam a relaxar o corpo, e a mente.

2. Salsa: Muito popular na gastronomia portuguesa, é um antioxidante, e um anti-cancerígeno natural. Rica em ácido fólico, activa o sistema imunitário, e ajuda no combate a infecções.

3. Manjericão: Prato de comida italiana que se preze, deve levar esta maravilhosa erva. Rica em vitaminas A e C, ajuda a prevenir o aparecimento de tumores e de doenças neurológicas, como o Alzheimer. O seu efeito anti inflamatório, atenua os efeitos de patologias reumatóides, como a artrite, ou as artroeses. 

4. Oregãos: Em Portugal, é possível, encontrar, com muita frequência, oregãos em estado selvagem, por esses vales e montes, o que faz com que seja uma erva aromática muito popular na nossa gastronomia, sobretudo no Verão, por causa dos caracóis. Do ponto de vista medicinal, é um poderoso cicatrizante e anti inflamatório, sendo, habitualmente, usado no tratamento de doenças do foro gástrico.

5. Alecrim: Também conhecido, em alguns locais, como rosmaninho, o alecrim é uma planta incrível, com inúmeras utilidades. Quando estive no deserto do Sahara, fiquei impressionada com o facto de os berberes servirem chá com esta erva. Ao ver o meu ar surpreso, explicaram que a utilizavam por ser altamente medicinal. De facto, é rico em óleos, e um poderoso antioxidante. Habitualmente, é aplicado no tratamento de doenças capilares, úlceras bocais, e patologias gástricas.

6. Tomilho: Planta muito popular na gastronomia mediterrânica, o consumo de tomilho é altamente benéfico para o tratamento de doenças respiratórias, amigdalites, gripes, e constipações. Rico em ómega 3, favorece o rejuvenescimento do organismo, ajudando a atenuar os “sintomas” da idade.

7. Hortelã: Erva aromática presente em qualquer jardim que se preze (até eu tenho na varanda – o Gervásio), é um antidepressivo natural, ajudando a atenuar a insónia e a tensão muscular. O seu agradável, e forte, odor, ajuda a reduzir o mau hálito, sendo um poderoso analgésico, muito eficaz no tratamento de infecções.

Monetariamente acessíveis, e muito fáceis de encontrar, quando aplicadas na medida certa, estas ervas aromáticas dão um sabor maravilhoso à comida, enquanto contribuem para o tratamento/prevenção de algumas doenças. Por isso, não há porque não as usar. Como já referi, até podem não substituir a clássica ida ao médico. Mas que ajudam, lá isso, ajudam. Palavra de #lobo.  

 

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Preparar Caril Indiano em casa: O guia básico da mistura das especiarias (Masalas) http://lobonaporta.pt/preparar-caril-indiano-em-casa-o-guia-basico-da-mistura-das-especiarias-masalas/ http://lobonaporta.pt/preparar-caril-indiano-em-casa-o-guia-basico-da-mistura-das-especiarias-masalas/#respond Mon, 08 Mar 2021 15:35:27 +0000 http://lobonaporta.pt/?p=6416 Caros 5.75 leitores, quem não adora caril, desligue o telemóvel, e sente-se no fundo da sala, a olhar para o canto, até essas ideias progressistas lhe passarem.

Posto isto, e, agora, só para quem adora este delicioso prato indiano, é fundamental conhecermos as especiarias que estamos, ou não, a usar, para que as mesmas sejam empregues de forma adequada no sentido de obtermos o mais incrível dos resultados.

Como sabem, a India foi uma das minhas primeiras viagens à Asia, a qual irei explorar aqui no blog, e permitiu-me conhecer parte das especiarias que todos adoramos, na sua origem. Entrar num mercado em Margão e ter a oportunidade de comprar o verdadeiro açafrão ou a canela “original”, é uma experiência única. 

De facto, as especiarias são a base da culinária indiana e o seu uso é milenar, significando o termo “Masala”, ou “Massala”, de que que todos já ouvimos falar, “mistura de especiarias”. Por exemplo, a famosa “Chicken Tikka Massala” dos restaurantes indianos não quer dizer mais do que “galinha aos pedaços com especiarias”. No entanto, é importante saber que especiarias, e em que quantidade, usar, pelo que partilho, convosco, 5.75 leitores, um guia prático que vos vai ajudar, e muito, no vosso próximo caril. Ora leiam:

Cominhos: Em pó, ou em sementes, dão calor, e um sabor profundo, aos alimentos. Originários do médio Oriente e da parte oriental do território indiano, são usados, há, pelo menos, quatro mil anos. Ricos em fibras e Vitamina B, o seu paladar intenso obrigada a alguma contenção, pelo que, num caril para quatro pessoas, costumo usar uma colher de chá. 

Sementes de Mostarda: Apesar de suave e discreto, as sementes de mostarda têm a particularidade de dar um toque exótico, devendo ser cozinhadas, uns segundos, em óleo, ou azeite, quente, para libertar o sabor. A proporção a usar é similar à dos cominhos. 

Curcuma (Açafrão) em pó: Mais conhecida como “açafrão das Índias”, é responsável pelo sabor picante que o caril tem, pelo que deve ser empregue com moderação. Na India, existem mais de 40 espécies diferentes, sendo a mais comum  a que compramos no supermercado. Consumida há mais de quatro mil anos, a Curcuma possui inúmeros fins medicinais e é um elemento indispensável em qualquer receita de caril, mas, como  deve ser usada com alguma calma, costumo usar duas colheres de chá.

Cardamomo: Da família do gengibre, o tipo mais comum é o cardamomo verde, que é usado, habitualmente, em vagem. Com sabor adocicado, é excelente para doces, encontrando-se disponível em qualquer supermercado, nomeadamente em pó. Cá em casa uso, até no arroz doce, e trago sempre que viajo pela Asia, pois, além de mais em conta, o aroma é mais intenso. Na receita de caril, deve ser empregue com moderação, e ,se usado em pó, não mais do que uma a duas colheres de chá. No caso da vagem, que é a minha versão preferida, utilizo três ou quatro, esmagadas no almofariz.

Sementes de Pimenta Preta: Nativa do sul da India, mais do que o picante, as sementes de pimenta preta conferem um sabor profundo e intenso ao caril. Para que consigamos obter o pleno das suas propriedades, não devem ser, previamente, moídas, sendo suficiente adicionar quatro ou cinco grãos ao caril.

Pau de Canela: O tipo de canela usado, normalmente, na cozinha indiana é a Cassia Bark, cujos paus são maiores, e mais escuros, do que os que costumamos comprar nos supermercados. Possuindo um sabor menos intenso, e mais complexo, em Portugal, esta variedade não é muito fácil encontrar, pelo que é OK usar um pau de canela, “normal”, no caril.

Sementes de Funcho: Com um sabor doce, e ligeiramente anisado, podem ser compradas nas grandes superfícies, devendo ser empregues na mesma proporção que os cominhos. 

Noz Moscada: Popularmente usada no puré de batata, a noz moscada é um elemento essencial no caril, que deve ser empregue em pouca quantidade, para que este não fique demasiado picante. Idealmente, ao invés de previamente triturada, deve ser usada a noz e raspada na hora, sendo possível encontrar em hipermercados de maior dimensão.

Cravinho: Consumido na Turquia e na Síria, pelo menos, desde o II milénio a. C., o cravinho é usado, habitualmente, em conjunto com a canela e a pimenta, devendo ser empregue com moderação, considerando o seu sabor intenso. Cá em casa, não uso mais de que um ou dois grãos. É o suficiente para dar, ao caril, a profundidade de que necessita. 

Sementes de coentros: Hoje em dia, é cada vez mais fácil encontrar estas sementes no supermercado, que devem ser usadas à semelhança dos cominhos. Apesar de suave, o seu sabor não passa despercebido. 

Gengibre: Despensa apresentações e deve ser cozinhado em fresco, sem casca, bem picadinho, e com alguma moderação, uma vez que possui um sabor intenso.

Chili Vermelho em pó: Especiaria indispensável da cozinha indiana, possui diferentes níveis de intensidade e deve, literalmente, ser introduzida ao gosto do freguês, ou, nos casos em que um dos convivas não goste de picante, servida à parte. 

Folhas de Caril: Colhidas de uma árvore originaria da India, a Murraya koenigii, cujas folhas são, habitualmente, usadas nas receitas de caril. Apesar do sabor suave, dão-lhe um toque profundo e exótico, e são super agradáveis. Em Portugal, nunca encontrei, fisicamente, à venda mas é possível encomendar pela net. 

Então e o caril, caril? Surpreendam-se: O caril não é uma especiaria, mas uma mistura de especiarias, nomeadamente das que acabei de enumerar, para o caso das receitas indianas. Quando vamos ao supermercado e trazemos o frasco com este nome, é o que estamos a comprar: Um conjunto de especiarias trituradas, sendo que o sabor picante advém da curcuma (ou açafrão). Peço desculpa se destruí o vosso imaginário culinário, mas alguém tinha que o fazer. 

Posto isto, 5.75 leitores, sigam estas dicas para preparar um delicioso caril indiano, e adaptem a quantidade de cada especiaria em função dos vossos gostos, para obter a “masala” perfeita. Outro ponto essencial para o sucesso, é consultar uma boa receita, não se porem a inventar, e a introduzir ingredientes aleatórios. No final, escolham um bom arroz de jasmim ou basmati, disponível em qualquer supermercado, para acompanhamento e bom apetite. 

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Ovos |Sabe, realmente, o que está a comprar? Aprenda a ler o código http://lobonaporta.pt/ovos-sabe-realmente-o-que-esta-a-comprar-aprenda-a-ler-o-codigo/ http://lobonaporta.pt/ovos-sabe-realmente-o-que-esta-a-comprar-aprenda-a-ler-o-codigo/#respond Tue, 02 Mar 2021 11:53:23 +0000 http://lobonaporta.pt/?p=6395 Caros 5.75 leitores, como sabem, adoro ovos. Das melhores coisas que me podem dar, na vida, é um ovo estrelado acompanhado por uma fatia de pão cozido a lenha. Simplesmente divinal. Por isso, é um alimento que nunca falta no meu frigorifico. 

No entanto, tal como em tudo na vida, existem inúmeras questões éticas, e ambientais, associadas à compra de ovos, daí ser fundamental estarmos informados quando os adquirimos para não sermos enganados e agirmos em consciência.

Passo a explicar: Apesar de a maior parte das pessoas não prestar atenção à informação disponibilizada pelo produtor, é fundamental aprendermos a descodificá-la. Assim, de acordo com este artigo da Deco,  o primeiro digito marcado no ovo indica a qualidade e o tipo de produção por ordem decrescente:

0 – Produção Biológica

1 – Produção ao ar livre

2 – Produção no solo

3 – Produção em gaiola

Citando, textualmente, o referido artigo:

  • “0 – Modo de produção biológica: são ovos provenientes de galinhas criadas de forma biológica, ou seja, em que 80% do seu alimento deve ser de origem biológica. O produtor deve assegurar que cada ave tem, pelo menos, 4 m2 de espaço ao ar livre. No interior, cada pavilhão pode conter no máximo três mil animais e não pode ter mais de seis galinhas por metro quadrado”. (Nesta categoria incluem-se os famosos ovos matinados).
  • 1 – “Ovo de galinha criada “ao ar livre”: neste caso, os pavilhões são idênticos aos das galinhas criadas no solo, mas as aves devem ter acesso contínuo a espaços ao ar livre durante o dia (o que não impede o produtor de limitar a um período de horas matinais). O terreno a que as galinhas têm acesso deve estar essencialmente coberto de vegetação, onde cada animal tem direito a, pelo menos, 2,5 m2 de espaço.
  • 2 – Ovo de galinha criada no solo: as galinhas vivem em pavilhões fechados, onde se podem mover mais ou menos livremente. A densidade animal não deve ser superior a nove galinhas por m2. A superfície de cama de galinha deve ocupar, pelo menos, um terço do chão do aviário. Devem existir manjedouras e bebedouros em locais separados. Tirando a superfície de cama, o chão é constituído por grelhas para onde vão os excrementos. Os pavilhões dispõem de ninhos e poleiros.
  • 3 – Ovo de galinha criada em gaiola: são os ovos mais comuns. As galinhas estão confinadas a espaços muito restritos. Tudo está mais ou menos automatizado: os ovos postos são diretamente recolhidos por tapetes rolantes, que também são usados para distribuir alimentos; os excrementos caem através das grelhas das jaulas e são libertados. Trata-se de um sistema higiénico e eficaz, com baixos custos de produção, mas que não tem em conta o bem-estar dos animais”.

Posto isto, meus 5.75 leitores, apesar de serem um pouco mais caros, vale a pena, por questões éticas e de saúde, investir nos ovos com o número zero, que são os produzidos de forma natural, os ditos “biológicos”. Pessoalmente, não quero carregar o peso de contribuir para que animais tenham o bico cortado e vivam nestas condições abjetas. Para além de muito mais saborosos, e nutritivos, na maior parte dos casos, até nem gasto mais em relação aos (teoricamente) mais baratos, uma vez que aproveito as promoções, e os talões de desconto, para comprar em quantidade, já que os ovos têm um prazo de validade de cerca de 28 dias, o que é imenso tempo.

Se, tal como eu, adoram este alimento, pensem nesta mudança porque vão notar (muita) diferença. Palavra de #lobo. 

Imagem: Wiki

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Receita |Fazer creme de chocolate (tipo Nutella) em casa http://lobonaporta.pt/receita-fazer-creme-de-chocolate-tipo-nutella-em-casa/ http://lobonaporta.pt/receita-fazer-creme-de-chocolate-tipo-nutella-em-casa/#comments Fri, 05 Feb 2021 19:55:27 +0000 http://lobonaporta.pt/?p=6296  Caros 5.75 leitores, hoje é o dia mundial da Nutella, efeméride criada em 2007, por iniciativa de uma blogger norte-americana, a viver em Itália, Sara Rosso, que apelou aos seguidores para, neste dia, consumirem de forma criativa, o mais famoso creme de chocolate do mundo, iniciativa que se tornou global.

Apesar de não ser mega fã de avelã, cá em casa, há quem adore. Por isso, desde que tenho a Bimby, costumo preparar, e, porque, hoje, é dia de celebrar a Nutella, não posso deixar de partilhar a minha receita, até porque é possível de preparar sem o robot, usando um simples processador. 

Para além de mais económico, gosto de ter a liberdade de escolher a marca do chocolate. Sobretudo para quem tem famílias numerosas, a diferença compensa, e muito. Depois, é só guardar, em frascos, no frigorífico, e ir consumindo, porque dura imenso tempo. No pão, como recheio de bolos, em crepes ou outras sobremesas, vale a pena experimentar porque vão adorar o resultado e a poupança. Palavra de #lobo.

Ingredientes

  • 120 gramas de avelã ligeiramente torrada no forno
  • 100 gramas de chocolate amargo, mínimo 70%
  • 100 gramas de chocolate ao leite
  • 50 gramas de óleo de girassol
  • Sal, Q. b.
  • 100 Gr de açúcar
  • 100 Gr de leite 

Preparação - Bimby

  1. Coloque no copo as avelãs e o açúcar e triture 3 Seg / turbo.
  2. Adicione os chocolates e programe 30 seg./velocidade 5.
  3. Junte o leite e o óleo e cozinhe 5 Minu / 50ç / Vel 4
  4. Junte a pitada de sal e programa 1 Minu / Vel 10 (progressivamente). 
  5. Guarde em frascos no frigorifico. Bom apetite. 

Preparação Manual

  1. Triture as avelãs e o açúcar num processador e / ou robot de cozinha, na velocidade máxima, até a mistura ficar o mais homogénea possível. 
  2. Adicione os chocolates e triture na velocidade média, durante 1 minutos.
  3. Num tacho, em banho maria, coloque o preparado, adicione o leite e o óleo e cozinhe durante vinte minutos em lume médio, mexendo bem para não pegar. 
  4. Junte a pitada de sal, e triture com a varinha mágica, até obter um creme homogéneo 
  5. Guarde em frascos no frigorifico. Bom apetite. 

Crédito da Imagem: Food 52

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Cinco dicas preciosas para organizar a dispensa e antever 14 dias de confinamento – Sem ser acumulador http://lobonaporta.pt/cinco-dicas-preciosas-para-organizar-a-dispensa-e-antever-14-dias-de-confinamento-sem-ser-acumulador/ http://lobonaporta.pt/cinco-dicas-preciosas-para-organizar-a-dispensa-e-antever-14-dias-de-confinamento-sem-ser-acumulador/#respond Thu, 04 Feb 2021 12:05:40 +0000 http://lobonaporta.pt/?p=6256 Imaginem que estão, muito bem, na vossa vidinha, e uma pessoa próxima, com quem estiverem nos últimos dias, vos liga, consternada, a informar que testou positivo para a COVID-19. Apesar da consciência de terem tido todos os cuidados possíveis, ligam à Saúde 24, que vos decreta um confinamento, obrigatório, de 14 dias. Não podem sair à rua, sequer, para despejar o lixo, ou incorrem no crime de desobediência, mas, o pior, é que não têm comida suficiente para este período, uma vez que, para grande azar, iam ao supermercado no dia seguinte e já só têm ar nas prateleiras. Solução: Implorar à família e / ou amigos para ir às compras, e sujeitarem-se ao que o “voluntário” conseguiu encontrar. Naturalmente, também podem optar pelas compras online, mas, pelo menos no caso das grandes superfícies, há lista de espera enorme, e a pessoa pode falecer de fome antes da entrega. 

Num cenário um pouquinho mais dantesco, imaginem que estão a viver num local distante de casa, sem o apoio de ninguém conhecido, apanham Covid ou ficam em isolamento profilático. É pouco provável, mas pode acontecer. Por isso, meus 5.75 leitores, porque mais vale prevenir do que remediar, partilho cinco dicas preciosas para ir, de forma assertiva, às compras, organizar a dispensa, planear as refeições e antever 14 (longos) dias de confinamento. Ora leiam:

1. Fazer o inventário da comida que possuem em casa: Pode parecer um pouquinho “a mais”, mas, uma das formas de controlarmos a comida de que vamos precisar é perceber a que já temos. Posto isto, abra a dispensa e o frigorífico, revolva as gavetas do congelador, verifique o que está fora de prazo e na eminência de estragar, e faça uma lista. Se preferir, pode usar uma destas Aplicações Gratuitas, para android e iphone, que incluem receitas e listas por tipo de alimento, bem como alertas sobre o prazo dos alimentos. 

2. Elaborar um menu quinzenal: Privilegiando a comida de que dispõe, elabore um menu quinzenal, fazendo uma lista das ingredientes de que necessita, para não se esquecer de nenhum e ser um verdadeiro chef Michelin durante o (hipotético) confinamento. 

3. Confecione comida para congelar: Com esta situação, um dos meus maiores receios foi não ter comida suficiente disponível por ficar doente sem poder cozinhar. Não é que não possa contar com o meu querido marido, mas ele não é grande fã dos tachos, e, estar duas semanas a comer pizza, ninguém merece. Assim, pus mãos à obra e preparei algumas refeições que não perdem qualidade no frio, tais como carne assada, lasanha, pizza caseiras ou rissóis de camarão. 

4. Compre conservas e alimentos não perecíveisComo diria a minha querida tia Palmira, havendo atum, salsichas, arroz e massa, ninguém passa fome. No entanto, não seja acumulador. Num total de quinze dias, assuma que, em caso de doença, pelo menos durante três ou quatro dias, incluir conservas no menu. 

5. Congelar frutas e vegetais: Uma vez que não sabemos quanto tempo iremos estar em casa, compre fruta e vegetais frescos,  ou já congelados, e guarde em caixinhas no frio, cortados, prontos a utilizar. Mais do que nunca, é fundamental reforçar o nosso sistema imunitário para lutar contra a pandemia. 

Posto isto, fiquem em segurança, e, caso tenham que fazer confinamento profilático, não fiquem (muito) tristes. No meio deste caos, é o melhor dos cenários. Palavra de #lobo. 

 Pxabay

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Quatro truques para cozinhar o choco perfeito http://lobonaporta.pt/quatro-truques-para-cozinhar-o-choco-perfeito/ http://lobonaporta.pt/quatro-truques-para-cozinhar-o-choco-perfeito/#comments Mon, 18 Jan 2021 09:01:15 +0000 http://lobonaporta.pt/?p=3217 Caros 5.75 leitores, quem não gosta de um bom choco frito, ou da tradicional feijoada de choco, repleta de enchidos e de tudo a que temos direito? Pessoalmente, adoro. No entanto, devo confessar que, cozinhar este molusco, não é fácil. Falhei inúmeras vezes, até descobrir a técnica certa para estar no ponto. Ou ficava demasiado mole, quase desfeito, ou duro que nem sola de sapato. Uma tragédia. No entanto, e porque tenho um espírito persistente, e tendo em conta que vivo numa vila piscatória, pelo que existem inúmeros restaurantes que servem esta deliciosa iguaria, pus os pés à estrada, e consegui descobrir algumas dicas preciosas para cozinhar choco no ponto:

1Não é novidade para ninguém, mas, apesar de não ser barato, convém que seja de boa qualidade, comprado em fresco. O congelado do supermercado é péssimo. Mirra, desfaz-se em água, fica com textura de borracha, e não rende nada.

2. Antes de ser cozinhado, e por mais fresco que seja, convém ser congelado, no mínimo, durante vinte e quatro horas. Desta forma, as fibras “partem-se” e fica muito mais tenro. Se não acreditam, na próxima vez que vierem a Sesimbra, ou forem a Setúbal, ao choco frito, perguntem, e tirem as vossas próprias conclusões

3. Marinar, de véspera, em leite, para ficar mais tenro. Ah, pois é. A maior parte dos restaurantes usa este truque, que deixa o choco tenrinho como lombo de vaca. Depois, é só passa-lo por água e escorrê-lo bem, para ficar sequinho. 

4. Temperar  de véspera. Tão importante como a frescura, é o tempero. Após arranjar o choco, adiciono leite, sumo de limão, alho em pó, pimenta preta, um pouco de flor de sal, e duas folhas de louro. Fica uma verdadeira delícia. 

Nota: No caso dos choquinhos,  por serem demasiado pequenos, não é necessário congelar ou deixar a marinar. Podem cozinhar na hora, que vão continuar tenros. Bom apetite. 

Crédito da imagem: Speechfoodie.

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Fazer leite com chocolate (tipo Ucal) em casa http://lobonaporta.pt/fazer-leite-com-chocolate-tipo-ucal-em-casa/ http://lobonaporta.pt/fazer-leite-com-chocolate-tipo-ucal-em-casa/#comments Sun, 17 Jan 2021 07:43:20 +0000 http://lobonaporta.pt/?p=4441 Caros 5.75 leitores, apesar de não beber leite regularmente, confesso que, desde criança, sou viciada em Ucal de chocolate. Com o passar do tempo, consumo uma garrafa de tempos a tempos, mas, quando o faço, dá-me um gozo incrível. Desde que tenho a Bimby, sempre que tenho vontade, preparo nesta preciosa “fada do lar”. Contudo, antes de a ter, utilizava uma receita muito simples que adaptei ao tacho. Para além de mais económico, gosto de ter a liberdade de escolher a marca do chocolate. Sobretudo para quem tem famílias numerosas, a diferença compensa, e muito. Depois, é só guardar, em frascos, no frigorífico, e ir consumindo ao longo dos três dias seguintes. Se têm por hábito beber este tipo de leite, experimentem cozinhar em casa. Vão adorar o resultado, para além de pouparem no orçamento doméstico. Palavra de #lobo.

Ingredientes

  • 1,5 l de leite
  • 50 g de chocolate culinária
  • 10 g de chocolate em pó
  • 80 g de açúcar amarelo
  • 1 pitada de sal

Preparação - Bimby

  1. Colocar no copo o chocolate culinária e o açúcar e pulverizar 10seg/vel 7.
  2. De seguida, adicionar o leite, o chocolate em pó e o sal e programar 12min/80ºC/vel 3
  3. Deixe arrefecer, passe pelo coador, e acondicione em frascos ou garrafas de vidro no frigorífico.
  4. Consuma nos três dias seguintes. Bom apetite. 

Preparação Tradicional

  1. Na picadora, coloque o chocolate e o açúcar amarelo, e triture.
  2. Num tacho, adicione o leite, o chocolate em pó, e o sal, e coza, em lume brando, durante vinte minutos.
  3. Deixe arrefecer, passe pelo coador, e acondicione em frascos ou garrafas de vidro no frigorífico.
  4. Consuma nos três dias seguintes. Bom apetite. 

Créditos da imagem: Food 52

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Cinco benefícios para a saúde do consumo regular de gengibre http://lobonaporta.pt/cinco-beneficios-para-a-saude-do-consumo-regular-de-gengibre/ http://lobonaporta.pt/cinco-beneficios-para-a-saude-do-consumo-regular-de-gengibre/#respond Tue, 05 Jan 2021 10:31:43 +0000 http://lobonaporta.pt/?p=4999 Caros 5.75 leitores, passaram as festas, os excessos alimentares, e chegou a vaga de frio. Por isso, todo o cuidado é pouco para evitar gripes, constipações, e outras doenças mais graves, )como a Covid 19). Por isso, como gosto de cuidar da minha saúde, de preferência através do consumo de produtos naturais, partilho, convosco, cinco dos múltiplos benefícios do gengibre, os quais, por si só, são mais do que motivos para contemplarmos esta deliciosa especiaria nos nossos hábitos alimentares:

1. Efeito Anti-inflamatório: O gengibre inclui, na sua composição, um poderoso anti-inflamatório denominado gingerol, especialmente indicado para atenuar dores com origem em doenças crónicas, como a osteoporose ou a artrite reumatóide. Quando consumido regularmente, inibe a formação de citocinas inflamatórias; mensageiras químicos do sistema imunológico.

2. Poderoso antiemético: Que é como quem diz, ajuda a prevenir os vómitos e os enjoo matinais, sendo um importante aliado para as mulheres grávidas, que não podem tomar medicamentos químicos, e no combate a doenças como a gastroenterite, que, num estado mais avançado, pode causar outros sintomas como a febre, diarreia e dores musculares. 

3. Combate a Obesidade: Um estudo recente veio confirmar o que, há muito, se sabia: A ingestão regular desta especiaria acelera o metabolismo, previne a acumulação de gorduras nocivas, potencia a digestão dos hidratos de carbono, e diminui a sensação de fome, ajudando a normalizar os níveis de colesterol e de insulina no organismo. 

4. Melhora o funcionamento da sistema digestivo: Rico em fenólico, um componente que ajuda a diminuir a irritação gastrointestinal, o gengibre é um forte aliado no combate à flatulência e à produção de gases. Outro dos seus conhecidos benefícios é auxiliar a digestão de alimentos pesados, prevenindo a obstipação e o cancro do cólon.

5. Amigo do Coração: Infelizmente, as doenças cardiovasculares são uma das principais causas de morte no nosso país, pelo que todo o cuidado é pouco. Pelos seus componentes pungentes (picantes), esta especiaria é um poderoso estimulante circulatório, diminuindo o risco de formação de coágulos no sangue.

Posto isto, 5.75 leitores, em chá, caris, massas ou sobremesas, não há motivos para não usarmos e abusarmos desta deliciosa especiaria, a qual, a bem da nossa saúde, deve ser consumida regularmente. Como já referi, não substitui a clássica ida ao médico, mas que ajuda, lá isso, ajudam. Palavra de #lobo.

Crédito da Foto: Templeton.net

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Sete truques para poupar 200 litros de água, por pessoa, por mês http://lobonaporta.pt/sete-truques-para-poupar-200-litros-de-agua-por-pessoa-por-mes/ http://lobonaporta.pt/sete-truques-para-poupar-200-litros-de-agua-por-pessoa-por-mes/#respond Tue, 29 Dec 2020 13:02:30 +0000 http://lobonaporta.pt/?p=5966 Caros 5.75 leitores, como sabem, não há planeta B. Por isso, é bom que toda a gente tenha consciência deste facto e que, juntos, iniciemos um esforço comum no sentido de poupar os recursos do planeta que, como todos sabemos, não são inesgotáveis.  

De longe, um dos mais importantes é, sem dúvida, a água. Diariamente, em pequenos gestos como tomar banho ou lavar os dentes, desperdiçamos dezenas de litros os quais, com a ajuda de pequenos truques, poderíamos ter poupado.

Assim, e, até porque é na racionalização de recursos que está o ganho, partilho sete truques muito simples que adotei, nos últimos anos, e que vos vão ajudar a poupar uns euros no final do mês. Palavra de #lobo. 

1. Fechar a água quando escovamos os dentes: Em condições normais, lavamos os dentes entre duas a três vezes por dia. Imaginem o desperdício que é deixar a torneira aberta quando não estamos, efetivamente, a precisar.

2. Aproveitar a água fria do ducheAntes de aquecer, o nosso esquentador desperdiça cerca de cinco litros de água, até atingir a temperatura certa para conseguimos tomar banho. Este gasto é evitado se a guardarmos num garrafão e a utilizarmos, por exemplo, para beber ou cozinhar. Vão ver que a poupança é enorme. Por exemplo, se viverem duas pessoas numa casa, que tomem banho todos os dias, desperdiçam-se, aproximadamente, menos dez litros por dia, num total de 300 ao fim do mês. Dá que pensar.

3. Lavar fruta e vegetais para um alguidar: Esta água, que está praticamente limpa,  pode, muito bem, ser aproveitada para regar plantas ou nas descargas da sanita.

4. Encher as máquinas da loiça e da roupa: Mesmo os eletrodomésticos energeticamente eficientes, com os A++ ou A+++,  são, ainda, mais sustentáveis se não os usarmos para lavar meia dúzia de pratos ou de peças de roupa. Assim, se optarem por ligá-los, apenas, com a carga máxima, para além de necessitarem de os usar menos vezes, vão notar, no fim do mês, a poupança nas contas da água e da luz. Por exemplo, um truque que uso, habitualmente, cá em casa, e que me ajuda a lavar roupa menos vezes, é, primeiro, usar todas as toalhas brancas de banho, bem comos panos da loiça e, só depois, os de cor. Desta forma consigo encher a máquina com roupa da mesma cor, evitando desperdícios.  

5. Não lave roupa ou loiça à mão: Se forem energeticamente eficientes, para a mesma quantidade de loiça e roupa, lavar na máquina implica, sempre, um consumo menor de água.

6. Troque o banho de imersão pelo duche: Quem me conhece pessoalmente, já está com uma pedra na mão para atirar, porque sabe que sou totalmente viciada nestes banhos. No entanto, e pela consciência ambiental, tenho vindo a reduzi-los substancialmente, já que implicam um consumo maior de água quando comparados com os duches.

7. Evite regar as plantas durante as horas de sol: Neste período, o nível de evaporação é muito maior, pelo que a rega será menos eficiente quando efetuada no inicio da manhã, ou no final do dia, momentos em que a humidade é maior. 

Posto isto, 5.75 queridos leitores, pensem nestes pequenos truques, muito simples de implementar no nosso dia a dia, e que fazem toda a diferença, não só para as finanças domésticas, mas, também, no nosso bem estar individual e coletivo. Palavra de #lobo. 

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