Por isso quando, esta semana, decidi fazer uns deliciosos hambúrgueres de cogumelos para o almoço, apercebi-me de que não tinha pão para os ditos. Como sou uma mulher desenrascada, e para evitar ir ao supermercado, decidi, pela primeira vez, prepara-los em casa, mas na versão vegan, porque, com carcaça, ficam sem graça nenhuma. Posso dizer-vos que ficaram uma verdadeira delicia, bem melhor que os de compra e são perfeitos, também, para quando queremos mimar alguém com um lanchinho diferente, com pão acabadinho de fazer.

Posto isto, partilho, convosco, uma das receitas que, ao longo dos últimos seis anos, tenho preparado, com alguma regularidade para a minha cara metade: A do incrível puré “à francesa” do conceituado Chef Joël Robuchon, considerado o Cozinheiro do Século, dono de trinta e duas estrelas Michelin e um dos grandes impulsionadores da “Nouvelle Cuisine”. Composta por uma enorme quantidade manteiga, (não façam a malvadez de a arruinar com margarina), é uma absoluta delícia, e, antes que comecem os insultos, devo avisar que não é para fazer todos os dias, mas em momentos tão especiais como a(s) pessoa(s) para quem estão a cozinhar.
Apesar de, aparentemente simples, há que ter em atenção alguns passos importantes, nomeadamente cozer as batatas com casca, apenas, em água fria e sal, e ter cuidado ao finalizar, batendo bem para ficar leve. Pessoalmente, gosto que o meu fique com alguns grumos para ter alguma textura, mas, fica ao gosto de cada um.
Se querem brilhar na cozinha, com pouco esforço e muito sabor, experimentem esta receita de Chef Michelin, porque vão adorar. Palavra de #lobo.
Nota: Se gostar, junte uma pitada de noz moscada moída. Bom apetite.
Nota: Se gostar, junte uma pitada de noz moscada moída. Bom apetite.

Passados todos estes anos, ao ver uma das edições do Masterchef América, fiquei com vontade de preparar a minha própria versão. Assim, após alguma pesquisa, inspirei-me nesta receita do grande Chef Gordon Ramsay, e eis o delicioso resultado, que, como vem sendo hábito, adaptei para a Bimby e para o fogão. Enquanto acompanhamento ou prato principal, é uma opção diferente, sobretudo para os fãs de comida italiana, e de queijo, já que leva uma quantidade considerável de parmesão.
Porque sei que muitos leitores gostam deste tipo de conteúdo, antes de passarmos à ação, partilho um pouco da historia desta deliciosa receita. Associada à ida dos imigrantes italianos para os Estados Unidos, acredita-se que já na antiga Roma se cozinhasse polenta a partir de farinha de trigo, gão de bico ou castanha, uma vez que a etimologia da palavra advém do latim pulmentum (grão esmagado). Com a chegada, em 1492, dos espanhóis às américa, o consumo de milho generalizou-se na Europa, tendo este cereal sido adaptado à receita de polenta, para a versão que chegou aos nossos dias.
Grelhado, no forno, ou servido no tacho, este delicioso acompanhamento é uma excelente opção para quem quer surpreender e variar as receitas mais tradicionais, como arroz ou batatas fritas. Se não têm medo de arriscar, experimentem porque vão adorar o resultado, 5.75 leitores. Palavra de #lobo.


1. Empadas de frango: Receita Aqui
2. Empanada de frango: Receita Aqui.
3. Quiche de frango e alho francês. Receita Aqui
Preparação:
Com a varinha mágica, bata as natas até obter a consistência de manteiga. Coe o preparado, com um pano fino, e tempere com a for de sal e o alecrim. Faça um rolo com película aderente, congele durante quinze minutos, e está pronta a servir. Bom apetite. Se tiver dúvidas, veja o vídeo no meu canal de Youtube.
Dica do #lobo: Guarde o soro para utilizar em receitas de bolos e bolachas.
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Numa frigideira, coloque o azeite, os dentes de alho, os cogumelos, os coentros frescos, o sal, e o alho em pó. Envolva bem, e cozinhe, durante quinze minutos, em lume médio. Adicione a manteiga, deixe derreter, cubra com coentros picados, e sirva de acordo com a seguinte ordem: Uma fatia de pão torrado, barrada com manteiga; cogumelos, ovo, e um toque de pimenta preta. Bom apetite.