Posto isto, uma das bolachinhas mais populares cá em casa, deliciosas e super fáceis de preparar, são os coockies de chocolate, também conhecidas por bolachas americanas. Para levar para o trabalho ou como sobremesa, acaba por funcionar como snack, nomeadamente quando me apetece algo doce mas não tenho coragem para estar a preparar receitas demasiado elaboradas.
Se gostam de bolinhos secos com um forte sabor a chocolate, experimentem porque vão adorar, sobretudo se têm crianças, até porque podem, e devem, dar asas à imaginação, usando M&M´s ou outro topping divertido. Palavra de #lobo.


De facto, e apesar de já ter perdido mais de oito quilos desde Outubro (tema para um próximo post), ao domingo sou a madrinha da bateria dos doces e da boa comida, porque as restrições só fazem sentido se pudermos prevaricar, e, no meu caso, quando o faço, é sempre em grande.
Assim, no sábado passado, ao visitar o Mercado Municipal onde realizo as compras de legumes e vegetais, diretamente ao produtor, apercebi-me de que estamos no inicio da esplendorosa época dos morangos, e não resisti em comprar meio quilo, que, já agora, estavam uma delicia. Porque tinha claras no frigorifico, que sobraram de uma maionese, decidi criar, inspirada na clássica Receita de Pavlova, esta espetacular torta merengada com cheesecake de chocolate branco e frutos vermelhos, que ficou para lá de deliciosa.
Experimentem porque vão adorar, meus 5.75 leitores. Palavra de #lobo.

De facto, não há nada melhor do que uma sobremesa familiar para dar cor a estes tempos cinzentos. Se gostam do sabor exótico do oriente, e se quiserem surpreender a vossa família, experimentem porque vão adorar. Palavra de #lobo.

Assim, e porque tristezas não pagam dividas (literalmente), nada melhor que um bolinho para acalmar a mágoa por não podermos sair de casa, pelo que partilho, convosco, a receita de um dos doces de que mais gostava na minha infância: As delícias de leite. De facto, não havia nada melhor do que ir com o meu pai ao café e pedir um Trina de limão e uma delícia, que ele, prontamente, dava para evitar uma birra monumental. ( Sim, já que perguntam, sempre fui uma criança calma e tranquila).
Porque não dá para sair de casa, e comer no local habitual, decidi aventurar-me, e, ainda bem, porque ficaram uma maravilha. Se gostam de sobremesas tradicionais, com sabor a leite e limão, experimentem porque vão adorar. Palavra de #lobo


De facto, para além de super fácil de preparar, é um prato delicioso e diferente da versão original, que se aguenta bem no frigorifico durante dois ou três dias, pelo que pode ser preparado em maior quantidade para as marmitas da semana.
Se gostam dos sabores portugueses reinventados, experimentem porque vão adorar esta versão. Palavra de #lobo.

Assim, e porque um dia não são dias, decidi, esta semana, experimentar cozinhar picanha no forno. Abri os cordões à bolsa, comprei a que dizem ser melhor: a do Uruguai e testei uma receita simples, uma vez que vivo num prédio onde não existe churrasco.
Para acompanhamento, recorri ao clássico feijão com farofa e batata frita, e posso dizer-vos que foi uma refeição de comer e chorar por mais. Agora que o calor está à espreita, e que convida aos clássicos grelhados, experimentem esta deliciosa receita que, mesmo não sendo picanha grelhada no carvão, dá para manter o desejo. Vão adorar, 5.75 leitores. Palavra de #lobo.

Por isso quando, esta semana, decidi fazer uns deliciosos hambúrgueres de cogumelos para o almoço, apercebi-me de que não tinha pão para os ditos. Como sou uma mulher desenrascada, e para evitar ir ao supermercado, decidi, pela primeira vez, prepara-los em casa, mas na versão vegan, porque, com carcaça, ficam sem graça nenhuma. Posso dizer-vos que ficaram uma verdadeira delicia, bem melhor que os de compra e são perfeitos, também, para quando queremos mimar alguém com um lanchinho diferente, com pão acabadinho de fazer.

Muito simples, e rápidos, de preparar, estes docinhos são um verdadeiro brilharete, e podem ser confecionados em doses individuais ou numa forma única, o famoso “quindão”. Se gostam de sobremesas com coco e ovo, experimentem, porque vão adorar, meus 5.75 leitores. Palava de #lobo.

Criado pelo célebre Raimundo António de Bulhão Pato, um celebre gastrónomo português que viveu no século XIX, e foi caricaturado por Eça de Queirós, nos “Maias, através de personagem Tomás de Alencar, o poeta romântico, falso moralista, que vivia desfasado do seu tempo. Apesar de querer ficar, para a história, como poeta, Raimundo António ficou célebre por um prato de ameijoas, servido, atualmente, de norte a sul do país.
Há quem tente assassinar a receita original, adicionando mostarda ou vinho branco, mas posso garantir, meus caros, que não há nada como a versão clássica, a que tive a ousadia de juntar lombinhos de porco, e, posso jurar, que ficou uma verdadeira delícia.
Muito simples, e rápida, de preparar, é perfeita para um almoço de fim de semana, em género petisco, regado por uma cerveja fresquinha ou um bom vinho branco. Se gostam do que há de mais genuíno na nossa gastronomia, mas com um twist de inovação, experimentem porque vão adorar, 5.75 leitores. Palavra de #lobo.

