Assim, e porque um dia não são dias, decidi, esta semana, experimentar cozinhar picanha no forno. Abri os cordões à bolsa, comprei a que dizem ser melhor: a do Uruguai e testei uma receita simples, uma vez que vivo num prédio onde não existe churrasco.
Para acompanhamento, recorri ao clássico feijão com farofa e batata frita, e posso dizer-vos que foi uma refeição de comer e chorar por mais. Agora que o calor está à espreita, e que convida aos clássicos grelhados, experimentem esta deliciosa receita que, mesmo não sendo picanha grelhada no carvão, dá para manter o desejo. Vão adorar, 5.75 leitores. Palavra de #lobo.

Criado pelo célebre Raimundo António de Bulhão Pato, um celebre gastrónomo português que viveu no século XIX, e foi caricaturado por Eça de Queirós, nos “Maias, através de personagem Tomás de Alencar, o poeta romântico, falso moralista, que vivia desfasado do seu tempo. Apesar de querer ficar, para a história, como poeta, Raimundo António ficou célebre por um prato de ameijoas, servido, atualmente, de norte a sul do país.
Há quem tente assassinar a receita original, adicionando mostarda ou vinho branco, mas posso garantir, meus caros, que não há nada como a versão clássica, a que tive a ousadia de juntar lombinhos de porco, e, posso jurar, que ficou uma verdadeira delícia.
Muito simples, e rápida, de preparar, é perfeita para um almoço de fim de semana, em género petisco, regado por uma cerveja fresquinha ou um bom vinho branco. Se gostam do que há de mais genuíno na nossa gastronomia, mas com um twist de inovação, experimentem porque vão adorar, 5.75 leitores. Palavra de #lobo.


Assim, e porque a satisfação que tiramos da comida é fundamental para a nossa disposição partilho, convosco, a receita que utilizei para preparar o jantar de ontem, que, além de não dar qualquer tipo de trabalho a cozinhar, é mesmo muito deliciosa, com a vantagem de nos permitir recorrer a alguns produtos da época como as laranjas.
Se gostam deste clássico da cozinha francesa, com um twist tuga, experimentem porque vão adorar. Palavra de #lobo.


No entanto, devo confessar que, de quando em vez, como este prato, ainda que na versão mais suave, daí ter feito esta adaptação. Para além de uma receita económica, não exige uma grande variedade de enchidos, uma vez que consiste na versão simplificada da tradicional “feijoada transmontana”.
Se gostam de sabores bem portugueses, preparados de forma rápida, e descomplicada, experimentem, porque vão adorar. Palavra de #lobo.

Uma vez que temos optado pela Asia, as especiarias são, naturalmente, as rainhas da festa e, infelizmente, não trouxe mais da ultima vez a pensar, ingenuamente, que 2020 seria o ano da Malásia e das Filipinas. Conversas tristes à parte, felizmente, ainda tenho stock para mais um ano ou dois, e, foi por isso, que, ao dar uma vista de olhos pelo Youtube, me inspirei nesta receita do Gordon Ramsay, de pato assado e decidi dar uso às massalas que tenho no armário.
Demora, apenas, dez minutos a preparar, uma vez que o forno faz o trabalho e é perfeita para quem está em casa mas não tem tempo a perder, já que não implica virar a ave, desde que a assadeira tenha a grelha como vêm na foto, para o ar circular de forma a permitir uma cozedura uniforme. A minha é a Koncis do Ikea, e é incrível, tendo sido muito em conta. Por outro lado, também pode ser uma boa escolha para um brilharete no almoço de Natal, uma vez que o molho Hoisin, o mesmo que os chineses usam no pato à Pequim, dá-lhe um sabor único, ficando mesmo crocante e estaladiço. Ora leiam:




Créditos, receita e fotos: Lobo na Porta.
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