Viagens – Lobo na Porta – Food & Travel http://lobonaporta.pt Thu, 18 Oct 2018 08:12:03 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.9.8 Dez motivos para visitar o Sri Lanka, o país mais pacífico e deslumbrante da Ásia http://lobonaporta.pt/dez-motivos-para-visitar-o-sri-lanka-o/ http://lobonaporta.pt/dez-motivos-para-visitar-o-sri-lanka-o/#respond Thu, 15 Mar 2018 13:00:00 +0000 http://lobonaporta.pt/dez-motivos-para-visitar-o-sri-lanka-o/
Adoramos passar tempo a dois, longe do barulho, dos telemóveis e da agitação do dia-a-dia. Por isso, no final de cada ano, tentamos fazer uma grande viagem, que nos permita desfrutar e descobrir, juntos, um local diferente e totalmente desconhecido. Infelizmente, o budget é sempre apertado, pelo que escolhemos criteriosamente o destino. Desta vez, queríamos voltar à Ásia. Faltava, apenas, seleccionar o país. Pusemos inúmeras opções em cima da mesa. Desde as belíssimas praias da Tailândia, passando pela misteriosa Birmânia, e terminando na luxuriante Malásia. No entanto, por um motivo ou por outro, nenhum destes países se enquadrava no que pretendíamos, que era, na verdade, ao longo de duas semanas, experienciar emoções fortes, num cenário que englobasse selva, cidade, praia, e cultura. Após uma longa pesquisa, optámos por seguir o concelho do meu irmão, que fez, em 2015, férias no Sri Lanka. E os motivos eram de peso:

 

– Com paisagens luxuriantes, e floresta a perder de vista, é considerado o país mais cénico do mundo.

– Possui a linha de comboio mais bela do planeta, que liga Nwara Ellya a Ella, pelas montanhas com plantações de chá.

– É considerado um dos países mais pacíficos, e seguros, do globo.

– O custo de vida é extremamente acessível, sendo possível sobreviver diariamente com menos de vinte euros.

– Inclui parques de safari únicos no mundo, nomeadamente Udalawawe, que supera os africanos no que toca à observação de elefantes.

– Tem praias desertas, paradisíacas, de uma beleza irreal.

– A gastronomia é fantástica, sendo a “spicy food”, per si, uma experiência inesquecível.

– Engloba sítios arqueológicos excecionais, classificados como Património da Humanidade, tais como as “Dambulla Caves”, “Anuradhapura” e “Polonnaruwa”.

– É um local de excelência para a prática de atividades de outdoor, de que podemos destacar o mergulho, o surf, o rafting ou o hiking.

– Por ser um país pequeno, é muito fácil, e barato, circular em transportes públicos, o que diminui o custo da viagem.

Estes “ingredientes” originaram a viagem mais espectacular e inesquecível da minha vida, da qual vos vou contar todos os pormenores, em breve, no blog.

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Duas semanas em Ceilão, a ilha mágica (Sri Lanka) http://lobonaporta.pt/duas-semanas-em-ceilao-ilha-magica-sri/ http://lobonaporta.pt/duas-semanas-em-ceilao-ilha-magica-sri/#comments Tue, 06 Mar 2018 08:00:00 +0000 http://lobonaporta.pt/duas-semanas-em-ceilao-ilha-magica-sri/ Nós não sabíamos, mas o Sri Lanka é como Paris: “Sempre uma boa ideia”. Quando começámos a planear as férias, e porque, após um ano super agitado, estávamos a precisar de um merecido descanso a dois, as Caraíbas encabeçavam a lista de opções. Cuba ou a Riviera Maya, eram, de facto, os destinos de eleição, mas os preços
inflacionados, levaram-nos a seguir o conselho do meu irmão e optar pelo Sri Lanka. Uma vez que esta seria a minha quinta vez na Ásia, a expectativa não era propriamente elevada, apesar das maravilhas que havia lido no Lonely Planet. Paisagens de cortar a respiração, sítios arqueológicos classificados como Património da Humanidade, a mais bela linha de comboio do mundo, praias paradisíacas, uma gastronomia de topo, estes eram os ingredientes que a antiga ilha de Ceilão, também apelidada, por Luiz de Camões, como “Taprobana”, prometia. As duas semanas que tínhamos de férias não nos permitiriam ver o país inteiro, pelo que optámos por deixar a zona de Jaffna, no Norte do país, berço da guerrilha dos tigres tamil, fora do plano de viagem. Assim,  seleccionámos o seguinte circuito:

 

Dia 1 – Colombo: A Capital do Sri Lanka, e apesar de manter a “graça” típica de uma antiga cidade colonial, não é propriamente o mais belo local do mundo inteiro, e, na minha modesta opinião, num dia está vista. Foi exactamente o que fizemos. Aterrámos perto da hora de jantar, dormimos a primeira noite em Colombo por uma questão de adaptação ao fuso horário e ao clima, e partimos, no final do dia seguinte, para Dambulla. Uma vez que não tínhamos muito tempo, optámos por seguir o conselho do Lonely Planet e visitar os principais vestígios da ocupação holandesa, como o Old Dutch Hospital e o Dutch Museum. Almoçámos, calmamente, no “T-Longe by Dilmah”, onde tivemos oportunidade de provar o “finest” chá de Ceilão, fizemos umas comprinhas na “Barefoot”, loja de artesanato tão maravilhosa que terá direito a um post, e, no final do dia, partimos, de autocarro, para Dambulla, no centro-Norte do país.

(Colombo)

 

Dias 2 a 5 – Dambulla, e o “Golden Triangle”: É impensável passar pelo Sri Lanka sem incluir, no itinerário, as espectaculares “Ancient Citys” do centro-Norte do país, que são, também, sítios classificados como Património da Humanidade. A forma mais fácil, e rápida, de as visitar, é ficar, durante três dias, em Dambulla, por ser o ponto mais central e possuir os melhores acessos. Um dia é suficiente para percorrer as Dambulla Caves, complexo de templos escavados na rocha, com quase dois mil anos, que incluem pinturas murais e estátuas antiquíssimas de Buda, e Sigiriya. Antiga capital do Sri Lanka, é considerado o mais espectacular sitio arqueológico do país, já que as construções foram edificadas há dois mil e quinhentos anos, no topo de um afloramento com 340 m de altura, sem acessos naturais. Já Anuradhapura,  complexo sagrado de palácios e templos budistas com quase dois milénios, merece, no mínimo, um dia completo. Dada a distância entre as inúmeras ruínas que compõem o sítio, optámos por alugar uma scooter, e foi o melhor que fizemos. Para além de ser uma aventura dentro da própria aventura, já que os cingaleses conduzem de uma forma muito sui generis, permitiu-nos agilizar a visita, e percorrer o complexo num dia, sem grande esforço físico, o que é super importante debaixo de um calor de 32º C. Infelizmente, porque fizemos mal os cálculos e guardámos um dia para as Dambulla Caves e outro para Sigiriya, ao invés de os visitarmos no mesmo, não tivemos tempo de ir a Polonnaruwa, a ultima das antigas capitais do Sri Lanka. No entanto, já está na lista de locais a percorrer numa próxima viagem.

(Dambulla Caves)

(Sigiriya)

(Anuradhapura)

 

Dias 6 a 10: Kandy, Rafting na “White Water”, e subida às montanhas do chá. Imodéstia à parte, mas o nosso plano de viagem foi bem pensado: Após quatro dias no centro-Norte do Sri Lanka, para visitar as “Ancient Citys”, optámos por subir às famosas montanhas do chá. Em Kandy, tivemos a sorte de ficar alojados numa Guest House maravilhosa, onde fomos recebidos como membros da família. Para além de uma visita guiada a esta lindíssima cidade, levaram-nos a assistir às danças tradicionais e a visitar a Millenium Elephant Fundation. Tendo por missão o resgate dos elefantes mal tratados pelos templos, a fundação permite-nos, de forma responsável, interagir com estes maravilhosos paquidermes, numa experiência para a vida. Ainda houve tempo para visitarmos o exterior do “Temple of The Tooth”, guardião de um dente de Buda, mas cuja entrada (cerca de dez euros por pessoa), nos pareceu demasiado cara, pelo que nos limitámos à zona dos jardins. Em seguida, rumámos, de autocarro publico, a Kitugalla, para uma experiência inesquecível: Dormir na “Rain Florest” e fazer rafting no idílico cenário do filme de 1957: “A ponte do Rio Kwai”. Nwara Ellya foi a nossa terceira paragem na região do chá. Apelidada de “Little England”, pela forte presença colonial inglesa, foi um dos mais belos locais que tivemos oportunidade de percorrer em todo o país. Iniciámos a visita com o
chá das cinco, num dos mais luxuosos hotéis da cidade: O “Grand Hotel”. Por oito euros, tivemos direito não só a chá preto, mas, também, a um maravilhoso cestinho de bolos, salgados e sushi. O nosso aspecto não devia estar lá grande coisa, porque o empregado foi ligeirinho em apresentar a conta. Mas, à boa maneira tuga, pedimos mais chá, e só saímos quando nos apeteceu. No dia seguinte, subimos, pelas seis da matina, ao topo do “Horton Plains”, num percurso de nove quilómetros. Classificado como património da Humanidade, é um dos mais emblemáticos parques naturais do país. A paisagem é de cortar a respiração, e está repleto de pássaros e de veados. Ver o nascer do sol e o dissipar das brumas no topo do “World´s End”, é um momento que vai ficar, para sempre, na nossa memória. O circuito não poderia ficar completo sem a realização daquela que é considerada a “mais bela linha de comboio do mundo”, que liga Nwara Ellya a Ella, pelas montanhas. Localizada a cerca de dois mil metros de altura, atravessa os antigos carris ingleses, e o bilhete custa, aproximadamente, cinquenta cêntimos. A viagem tem a duração de duas horas e meia, e o cenário, é digno de um filme, já que o comboio atravessa as plantações, permitindo observar o trabalho dos apanhadores de chá. Chegados a Ella, onde dormimos uma noite, ainda tivemos tempo para subir ao topo do Little Adam´s Peak, e visitar a Newburgh Green Tea Factory, onde nos foi explicado todo o processo de produção do chá, e dada oportunidade de experimentar e comprar o verdadeiro “green tea” de Ceilão.

(kandy)
(Millenium Elephant Foundation)
(Kitugalla)
(Horton Plains – World´s End)
 (Comboio entre Nwara Ellya e Ella)

(Little Adam´s Peak)

(Ella)

 (Newburgh Green Tea Factory)

Dias 11 a 15: Safari no Udalawawe, National Park, Whale Watching, Mirissa e Galle. Após quase duas semanas a viajar, de transportes públicos, estávamos genuinamente cansados. Por isso, e porque já temos experiência de outras viagens, o nosso roteiro foi concebido de forma a que  pudéssemos passar os últimos dias a descansar nas fabulosas praias do Indico. Mas não sem, antes, fazermos aquela que, para mim, foi a experiência top de toda a viagem: O Safari em Udalawawe National Park, o qual é considerado o melhor do mundo para ver elefantes,  superando os africanos. Felizmente, tivemos a sorte de ficar numa Guest House maravilhosa, onde nos arranjaram um guia excepcional. O preço do safari com o jipe fica em menos de trinta e cinco euros por pessoa, o que é realmente barato, até porque a experiência foi excepcional. Vimos elefantes, búfalos, coiotes, pássaros de mil e uma cores, águias, crocodilos, tartarugas, pavões, pelicanos, papagaios. Os níveis de adrenalina dispararam ao máximo, quando um elefante macho, adulto, investiu em direcção ao nosso carro e tivemos que fugir, o que originou mais uma história para contar. A chegada a Mirissa deu-se após quatro longas horas de autocarro público. Conhecida por possuir as mais belas praias “desertas” do Sri Lanka, a nossa expectativa era enorme, e foi amplamente superada. Areais brancos a perder de vista, invadidos pela selva, ondas maravilhosas para o surf, que fizeram as delícias do meu Amor, corais, peixes de mil e uma cores, agua cristalina de um azul “Maldivas”. Tivemos a sensação de ter encontrado o paraíso perdido. Dezembro e Janeiro, são os melhores meses do ano para a observação de baleias azuis nesta parte da ilha, pelo que não quisemos perder a oportunidade, e, apesar de a viagem de barco ter a duração de seis horas, valeu a pena, até porque vimos seis destes lindíssimos gigantes marinhos. De cortar a respiração, meus 5.75 leitores, e, posso dizer-vos, que o aspecto mais impressionante, é o barulho do esguicho da baleia. Parecia que estávamos dentro do filme da “Moby Dick”. Inesquecível. O Sri Lanka é um país com tantos encantos, tantas boas experiência, que, para o final, reservou-nos uma despedida em grande: A cidade de Galle. Fundada pelos portugueses no século XVI, foi a antiga capital da ilha de Ceilão. Ocupada pelos holandeses no século XVII, a sua arquitectura fortificada, reflecte este vincado legado colonial, o que a transforma num sítio de uma beleza única e excepcional. Fiquei absolutamente encantada com as ruas, as pessoas, os cheiros, a comida. Foi um “Até Já” em grande a esta verdadeira pérola da Ásia, que vai ficar, para sempre, no coração, como uma das viagens mais felizes da minha vida, feita ao lado daquele que é, não só
a minha cara metade, mas a melhor parte de mim.PS – Se procuram um destino em conta, seguro, com paisagens de cortar a respiração e experiências únicas, o Sri Lanka é, sem dúvida, o vosso destino. Palavra de #lobo.
( Safari em Udalawawe National Park)
(Praias da costa de Mirissa)
(Observação de baleias azuis na costa de Mirissa)
(Galle)
Fotos: Wolf at The Door

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Dois sites imperdíveis para marcar férias “low cost” http://lobonaporta.pt/dois-sites-imperdiveis-para-marcar/ http://lobonaporta.pt/dois-sites-imperdiveis-para-marcar/#comments Sun, 25 Jun 2017 09:19:00 +0000 http://lobonaporta.pt/dois-sites-imperdiveis-para-marcar/

 Caros 5.75 leitores, como todos sabemos, viver é caro, e ir de férias é mais caro, ainda. Por isso, e porque viajar é fundamental para a sanidade mental de todos nós, comuns mortais, procurar estratégias para que “aquele” destino passe de sonho a realidade, tornou-se uma necessidade constante. Assim, e porque sou uma alma boa, e generosa, partilho convosco os dois sites que utilizamos para marcar as nossas fugas: O Holiday Pirates e o Secret Flying. Sedeados no Reino Unido, são super confiáveis, e já ganharam inúmeros prémios, facultando, em primeira mão, os últimos descontos e erros de taxas nos bilhetes de avião. Assim, é possível ir à China por menos de cinquenta euros, ou ao Rio de Janeiro por menos de duzentos. As opções são imensas, já que permitem marcar, em separado, o voo e o hotel, ou comprar um pacote completo. Por exemplo, no ano passado, quando fomos ao Sri Lanka, poupámos cerca de duzentos euros em cada bilhete, porque fomos acompanhando o Secret Flying, e a descida das taxas. É imenso dinheiro. Apenas, há que ter em atenção o seguinte factor: A grande maioria das viagens parte de Londres, mas, é frequente iniciarem em outras capitais europeias, como Lisboa ou Bruxelas. E têm que ser rápidos, já que as promoções esgotam em pouco tempo. Uma das viagens que mais me arrependo por não termos consigo marcar foi, no passado Halloween, por cerca de cem euros, a Roménia, com estadia no Castelo do Drácula. Enfim, fica para a próxima, Se ainda não marcaram férias, utilizem porque vão ficar maravilhados e poupar imenso. Palavra de #lobo.

Foto: Holiday Pirates

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Gambas com Nestum Mel, à moda de Singapura http://lobonaporta.pt/gambas-com-nestum-mel-em-singapura/ http://lobonaporta.pt/gambas-com-nestum-mel-em-singapura/#respond Thu, 16 Mar 2017 08:30:00 +0000 http://lobonaporta.pt/gambas-com-nestum-mel-em-singapura/
Sabem os meus 5.75 leitores que adoro experimentar coisas diferentes. E, no que toca a novidades gastronómicas, a não ser que me tentem servir vermes de coentrada, estou sempre disposta a “ir a jogo”. Assim, durante a minha viagem a Singapura, quando me disseram que era possível provar gambas fritas com nestum mel, no Jumbo SeaFood, o restaurante de marisco mais famoso do país, não resisti. Pessoalmente, nunca fui grande fã de nestum. O meu coração sempre bateu mais forte por Cerelac. Mas, seja como for, jamais me passou pela cabeça ingerir papa para crianças com camarão. Quando me puseram a travessa à frente, a princípio desconfiei. Mas, após experimentar a primeira gamba, percebi que os meus receios eram infundados, já que é um prato absolutamente delicioso. Por terras da Ásia chamam-lhe Fried Cereal Shrimps, e o método de preparação é muito simples: Basta descascar o camarão, seca-lo bem, passa-lo pelos flocos de cereal, e fritar em óleo bem quente. É uma verdadeira delícia. Em Singapura, acompanham com vegetais salteados, e molho picante. Amei. A prova viva que nunca se deve dizer “não gosto” antes de experimentar. Por isso, meus 5.75 leitores, se quiserem surpreender os vossos amigos com um prato totalmente diferente e super fácil de cozinhar, experimentem este. Vão adorar o resultado. Palavra de #lobo.

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Viajar: Dez dicas/razões para não ficar em casa http://lobonaporta.pt/viajar-dez-dicasrazoes-para-nao-ficar/ http://lobonaporta.pt/viajar-dez-dicasrazoes-para-nao-ficar/#respond Wed, 04 Jan 2017 08:00:00 +0000 http://lobonaporta.pt/viajar-dez-dicasrazoes-para-nao-ficar/ O ano novo chegou, meus 5.75 leitores, e, com ele, uma mão cheia de [falsas] promessas e de boas intenções. Deixar de fumar, emagrecer, tirar férias à séria, são algumas das mais comuns, as quais, na maior parte dos casos, não passam disso mesmo: Intenções. Por isso, e sempre a pensar no vosso bem-estar, venho  deixar-vos dez razões, para, no que toca a viajar, não ficarem em casa:

 

– O dinheiro gasta-se à mesma.

– Muitas vezes, o “Vá para fora cá dentro”, sai ao mesmo preço que uma viagem ao estrangeiro, ou veja-se o exemplo do Algarve, sobretudo no Verão.

– Mais do que jóias, carros ou mobílias, viajar é a única cosia que compramos para nos tornar, verdadeiramente, mais ricos. Até pode ser uma frase feita, mas é a mais pura das verdades.

– Pode parecer difícil, mas, uma vez na vida, devemo-nos obrigar a ser a nossa própria prioridade.
– Não pense em tudo o que está pendente e que o impede de gastar dinheiro com viagens: obras na cozinha, pintura do quarto, forrar o sofá, ou nunca sairá de casa.
– Não queira ser a pessoa mais rica do cemitério: A concorrência é demasiado grande, e, segundo ouvi dizer, mega desleal.
-Viajar é uma das melhores, e mais gratificantes, experiências que podemos ter na vida, contribuindo, de forma determinante, para nos libertar do stress e do “ran ran” do dia-a-dia.
– Só através do conhecimento dos diferentes “mundos” que existem lá fora, é que podemos relativizar o nosso, o que nos tornar seres mais tolerantes.
– Na maior parte dos casos, viajar reforça laços com os que nos são próximos, e leve-nos a ter vontade de passar mais tempo, de qualidade, juntos.
– Vá, vá, vá e pronto. Sem olhar para trás.

Foto: Itsamagickaltime.

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A magia das luzes natalícias em Londres http://lobonaporta.pt/a-magia-das-luzes-natalicias-em-londres/ http://lobonaporta.pt/a-magia-das-luzes-natalicias-em-londres/#respond Sun, 18 Dec 2016 08:00:00 +0000 http://lobonaporta.pt/a-magia-das-luzes-natalicias-em-londres/ Já há algum tempo que faço questão de, anualmente, visitar Londres. Afinal, o é a nova morada do meu irmão e do meu primo, e não há nada mais precioso do que passar tempo de qualidade com a família. Por isso, uma vez que optámos por voar para o Sri Lanka a partir de terras de sua majestade, decidimos ficar uns dias para estar com eles, e apreciar as decorações de Natal. Posso dizer-vos, 5.75 leitores, que já vi inúmeras iluminações do género por esta Europa fora, mas nada bate as londrinas, que, este ano, estão especialmente belas. De múltiplas formas e feitios, as minhas preferidas são, sem sombra de dúvida, os anjos que pendem sobre Regent Street. São simplesmente mágicos. Mas as opções são intermináveis, começando na árvore de Trafalgar Square, às iluminações com frases revolucionárias de Carnaby. Se tiverem possibilidade, dêem, até dia oito de Janeiro, um saltinho a Londres, porque, além de ser uma cidade com milhões de coisas para fazer, as luzes natalícias valem realmente a pena. Palavra de #lobo.

 

PS – Perdoem-me a pouca qualidade das fotos, mas o meu Iphone não dá para mais.

 

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O #lobo nas sete maravilhas do mundo moderno – Taj Mahal http://lobonaporta.pt/o-lobo-nas-sete-maravilhas-do-mundo/ http://lobonaporta.pt/o-lobo-nas-sete-maravilhas-do-mundo/#respond Thu, 31 Mar 2016 11:34:00 +0000 http://lobonaporta.pt/o-lobo-nas-sete-maravilhas-do-mundo/

De uma forma ou de outra, todos nós já sonhámos visitar as sete maravilhas do mundo, e o #lobo não é excepção. Confesso que ainda não conheço todas, mas estão na minha lista. No entanto, já tive a oportunidade de ver algumas, experiência que partilho, agora, convosco meus 5.75 leitores, nomeadamente o dia em que visitei o Taj Mahal, em Agra, Índia. A viagem para Agra foi feita de comboio, em segunda classe, siter places, que e o mesmo que dizer que viajamos numa carruagem sem vidros nas janelas ou ar condicionado, que não deveria ser limpa desde que o Ghandi expulsou os ingleses da Índia. Afinal, por 80 rupias [pouco mais de um euro], o que se pode pedir por uma viagem de 4 horas? Se, ao início, as famílias indianas que nos acompanhavam olhavam para nós com um ar um pouco desconfiado, ao final de uma hora, já nos estavam a pedir para tirar fotos com os filhos ao colo. Não fossem os milhares de insectos que entravam na carruagem, sempre que o comboio parava, e a viagem teria sido perfeita, uma vez que a simpatia e a hospitalidade indiana se demonstraram inigualáveis. 

 (O meu irmão com a criancinha indiana no comboio para Agra. Foto: Wolf at The Door)

 

E foi desta forma que chegámos a Agra, a mítica cidade do Taj Mahal. Logo após o chek in no hotel, em que cedo concluímos que a higiene iria ser um problema, dado as torneiras da casa de banho terem sido comidas pelo calcário, mal dando para abrir, e os lençóis lavados pela ultima vez em simultâneo com a carruagem do comboio, a nossa primeira preocupação foi comprar bilhetes para o Taj, ja que não queríamos perder o nascer do Sol no seu
interior. Após alguma gesticulação, la compreendemos que os bilhetes deveriam ser comprados num local diferente do complexo do monumento, e, as 6.00 h em ponto, no momento da abertura das portas, la estávamos nós, a usufruir da beleza e magia de uma das mais espectaculares das “7 Maravilhas do Mundo Moderno”. Construído entre 1630 e 1652, o Mumtaz Mahal, mais conhecido como Taj Mahal, foi edificado pelo imperador Shah Jahan, como túmulo da sua amada esposa Mumtaz, após a sua morte, aos 39 anos, durante o nascimento do décimo quarto filho. Dizem as cronicas que o imperador ficou devastado pela morte da esposa, tendo ele próprio desenhado a construção, para ser simétrica de todas as perspectivas. Sem qualquer erro ou falha na decoração, após 22 anos, a obra ficou concluída, tendo o imperador cortado as mãos a todos os trabalhadores que nela participaram, para que nunca algo de tão belo pudesse alguma vez ser edificado. A nossa visita ao Taj Mahal foi mágica, única e impossível de contar por palavras. De mencionar que estávamos tão cansados que acabamos por nos deitar no chão do complexo e adormecer, sendo que, quando acordámos, tínhamos uns indianos muito admirados a tirar fotos nossas. Deve ter sido a primeira vez que viram sem-abrigo brancos.

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O melhor de Bali em Sete Dias, num roteiro que não é Low Cust http://lobonaporta.pt/o-melhor-de-bali-em-sete-dias-nu/ http://lobonaporta.pt/o-melhor-de-bali-em-sete-dias-nu/#comments Wed, 30 Mar 2016 19:00:00 +0000 http://lobonaporta.pt/o-melhor-de-bali-em-sete-dias-nu/

Por motivos de ordem múltipla e variada, posso dizer-vos, meus 5.75 leitores que Bali foi uma das piores férias da minha vida. Estava com tanta vontade de lá estar como de ouvir um concerto da Ana Malhoa. Seja como for, estive lá e tentei aproveitar o melhor da ilhaComo já vos tinha dito, não é uma viagem low cust e sai mais barato marca-la pela agência do que por nós próprios. Este foi o roteiro que fiz, com alguns melhoramentos e, pelo que tenho lido, é perfeito, para, nas calmas, aproveitar o melhor da ilha, com direito a vulcão, safari nocturno de elefante, pôr do sol, e massagem balinesa. 

Dia 1: Ubud 
Dia 2: Ubud
Dia 3: South Batur (Kintamani)
Dia 4: Seminyak 
Dia 6: Medewi
Dia 7: Kuta Beach
 
Preço: Entre €1200  a €1500 euros por pessoa, em regime de meia pensão, aproximadamente.
 
Marcação: Agências de viagens como Pacotes de Férias; Geostar, entre outras. Caso queiram marcar por vós, poderão usar os seguintes sites:
 
Bilhetes de Avião: Skyscanner
Hotel: Booking e Logitravel
Tour Privada: Morocco in Tour   
 
Descrição Detalhada do Itinerário em breve, com fotos e todos os detalhes essenciais.  

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Dez coisas que deve saber sobre Bali (Indonésia) antes de marcar Viagem http://lobonaporta.pt/dez-coisas-que-deve-saber-sobre-bali_30/ http://lobonaporta.pt/dez-coisas-que-deve-saber-sobre-bali_30/#respond Wed, 30 Mar 2016 07:57:00 +0000 http://lobonaporta.pt/dez-coisas-que-deve-saber-sobre-bali_30/ 1. Bali é a única ilha da Indonésia que não é islâmica, mas hindu. Assim sendo, para os que viajarem em Março, existe a possibilidade de apanhar a passagem de ano Hindu. Também conhecida como “Dia do Silêncio”, ou “Nyepi”, é a pior altura do ano para se estar na ilha, já que os turistas são retidos, durante 24 horas, no hotel e existem milícias armadas na rua para ensinar boas maneiras a quem não cumprir. Eu estive lá nessa altura e odiei. Palavra de #lobo

 (Comemorações do Nyepi em Bali. Foto: Wolf at The Door)
2. A moeda oficial é a Rupia Indonéia (IDR) e a cotação em relação ao euro é de €0,000066. Ou seja, um euro equivale, sensivelmente, a 15.009,09 Rupias e sai mais barato levantá-las no multibanco do que trocar nas lojas de câmbio, porque as taxas são elevadas. Vão ficar espantados quando tiverem um monte de notas na mão e a conversão dar algo como dez euros. Agora por isso, dólares e euros são, também, muito bem aceites.
3. Este é daqueles destinos que, muito provavelmente, sai mais barato marcar numa agência do que por nós, até porque, frequentemente, está em promoção. Dez dias (sete noites) em alojamento standard e regime de meia pensão, deverão rondar os €1200.
4. Legian Street, em Kuta Beach é o sítio onde não se deve ficar. Os australianos transformaram o local na “Praia da Oura” lá do sítio, só que na versão droga, prostituição, lixo e baratas. De fugir, mesmo.
 (Legian Street. Foto: Wolf at The Door)

5. Em Bali existe aquele que é considerado um dos sítios mais “únicos no mundo”, o Elephant Safari Park, em Ubud. Na verdade, não é mais do que um resort de luxo, que inclui um santuário de conservação dos elefantes de Sumatra, onde poderão fazer um safari na garupa destes paquidermes. Fiz, e recomendo. Apesar de o preço rondar os cem dólares, com jantar e transporte, vale cada cêntimo.

(O #lobo e o elefante, no Elephant Safari Park Foto: Wolf at The Door)
6. Surf, mergulho, trekking, este é, definitivamente, o paraíso dos desportos de Outdoor. Se nos abstrairmos da envolvente [do lixo e das baratas], estamos num verdadeiro paraíso.
7. No meio da ilha, em Ubud, existe um mercado de artesanato absolutamente imperdível. As cores, os cheiros, a comida, os sabores, fundem-se naquele que é considerado o expoente máximo da arte e da cultura balinesa. Este é, também, o melhor spot para comprar souvernirs.
8. Visitar Bali sem um Lonely Planet actualizado não é boa ideia. É comprovadamente o melhor guia de viagens do mundo. O alojamento, os restaurantes, os conselhos práticos sobre saúde, legislação, etc., são mesmo para levar a sério. Vão poupar um monte de dinheiro e de chatices.
 (Kuta Beach. Foto: Wolf at The Door)
 

9. A gastronomia balinesa é muito saborosa, e não tem picante ou condimentos em exagero. No entanto, para os mais conservadores, qualquer restaurante serve pratos ocidentais. A  este nível, não podem deixar de provar a cerveja “oficial” da Indonésia, a Bitang. Tem um sabor  semelhante à Heineken e está presente em todo o lado: nas camisolas, nos restaurantes, nos bares.

10. Na melhor das hipóteses (e sem contar com acertos de fuso horário) a viagem para Bali dura 24 horas. O clima, a comida, a forma de estar dos habitantes é totalmente diferente do que estamos habituados. Por isso, antes de marcar viagem, pesquise muito e reflicta sobre o assunto, não vão umas férias para um [alegado] destinado de sonho, transformarem-se num autêntico inferno.

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Curiosidades do Mundo: Fnaque Berbere em Marraquexe http://lobonaporta.pt/curiosidades-do-mundo-fnaque-berbere-e/ http://lobonaporta.pt/curiosidades-do-mundo-fnaque-berbere-e/#respond Tue, 22 Mar 2016 13:01:00 +0000 http://lobonaporta.pt/curiosidades-do-mundo-fnaque-berbere-e/
 
Durante a nossa última Viagem a Marrocos, encontrámos a verdadeira “Fnac Berbere”. Apesar de ser mais pequena que a do Almada Fórum, tinha uma oferta de livros variada, Infelizmente, todos em estrangeiro. Pedi um CD do Marco Paulo e não tinham. O ultimo hit da Ana Malhoa também não havia. Virei costas e não comprei nada. Que escândalo.

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