De facto, para além de super fácil de preparar, é um prato delicioso e diferente da versão original, que se aguenta bem no frigorifico durante dois ou três dias, pelo que pode ser preparado em maior quantidade para as marmitas da semana.
Se gostam dos sabores portugueses reinventados, experimentem porque vão adorar esta versão. Palavra de #lobo.

Assim, e porque, apesar de os tempos evoluírem, há coisas que nunca mudam, partilho convosco uma das minhas receitas preferidas de pasta, feita a partir de esparguete e mexilhão fresco, que é tão boa, mas tão boa, que bem pode ser usada para “caçar maridos”.
O sucesso da mesma está, apenas, dependente de uma condicionante: A frescura do marisco. É que, se comprarem já meio estragado, mais vale deitar tudo no lixo porque a massa vai ficar a saber, realmente, mal. Sem grandes truques, costumo comprar o mexilhão no Continente, por cerca de dois euros o quilo, e, até ao momento, não me tenho dado nada mal. Antes pelo contrário. No entanto, convém ter em conta que, após adquirido, deve ser, rapidamente, cozinhado, porque, quanto mais tempo passar no frio, mais qualidade perde.
Para um almoço a dois, ou naqueles momentos em que não temos muito tempo, mas, ainda assim, não queremos deixar de preparar algo especial, experimentem esta receita, com sabor à frescura do mar, mas na versão low cust, porque vão adorar. Palavra de #lobo.


Para além da frescura, há outro truque muito importante para o sucesso da caldeirada: Usar as peles e, no caso do tamboril, os “ossos” do peixe. Posso garantir que é sucesso garantido, meus 5.75 leitores. E, se quiserem seguir, à risca, a receita tradicional, aproveitem o caldo para fazer uma massinha (cotovelinhos) ou arroz, que deve ser comido no fim.Vão adorar. É de comer e chorar por mais. Palavra de #lobo.
Sugestão: Aproveite o caldo e coza cerca de 100 gr de cotovelinhos, fazendo uma sopa de peixe para comer no fim.

Uma das minhas preferidas, é, sem dúvida, o arroz de sardinhas, que a minha querida avó costumava preparar nesta altura do ano, quando estão gordinhas. Apesar de dar algum trabalho, nomeadamente a arranjar o peixe, é um prato incrível que alia ingredientes de boa qualidade, do mar e do campo.
Porque só se vive uma vez, e a vida é demasiado curta para ingerir má comida,saiam da vossa zona de conforto, experimentem esta receita, que espelha o melhor que o mar tem para nos oferecer, e carrega, em si, o sabor de séculos de tradição. Vão adorar. Palavra de #lobo.
Nota: Na receita tradicional, o caldo não é triturado e o arroz é cozido juntamente com os pedaços de tomate, pimento, cebola, etc. Pessoalmente, prefiro assim.

As primeiras referências a este prato, datam da Idade Média, e tinha por objectivo conservar o salmão durante meses, fazendo sair a humidade e conservando o sabor. Após curado, o salmão era deixado a repousar, e servido em fatias mais finas do que o sushi japonês. Uma vez que não tinha todos os ingredientes, como o gin, que detesto, fiz uma pequena adaptação e usei tequila. Contudo, posso garantir, meus caros leitores, que é uma verdadeira delicia, muito fácil de preparar, e, uma vez que pode ser armazenado, durante semanas, no congelador, sem perder a consistência, é ideal para os momentos em que chegam visitas inesperadas e queremos servir algo simples, mas requintado e saboroso. Ora leiam:
Crédito da Imagem: Recipetineats
]]>1. Frescura: Uma vez que o peixe grelhado não leva, praticamente, tempero, independentemente de ser do mar ou de viveiro, convém que seja super fresco, para que possamos usufruir, na integra, da sua textura e sabor. Caso tenha uns dias de frigorífico, o melhor é cozinharem-no de uma forma mais condimentada, para disfarçar a falta de frescura.
2. Carvão: Tal como a carne, também o peixe ganha um paladar excepcional quando grelhado no carvão. Por isso, se tiverem oportunidade, aproveitem, mas não esqueçam que este método, apesar de ser mais lento do que o grelhador eléctrico, acaba por compensar, e muito. Ah, e só devem introduzir o pescado quando o carvão estiver transformado em braseiro. Caso contrário, ficará esturricado por fora, e cru por dentro.
3. Aquecer a grelha: Para manter a consistência, é essencial que a grelha seja previamente aquecida para selar a pele. Quando assado em lume baixo, o peixe acaba por ficar mole, e “sem graça.”
4. Pincelar com óleo vegetal. Não, não fiquem horrorizados, e não se preocupem, porque, desde que não abusem na quantidade, o pescado não vai ganhar mais calorias se o pincelarem, suavemente, com um pouco de óleo de girassol, antes de o colocarem na grelha. O grande objectivo deste pequeno truque é que a pele não cole, sendo mais fácil de virar.
5. Salgar no momento certo. Para ganhar sabor, o peixe deve ser temperado com sal grosso, no mínimo, dez minutos antes de assar. Quando salgado na grelha, acaba por ficar insonso. Outra regra de ouro, é nunca usar sal fino, que, por ser mais difícil de controlar, normalmente, deixa os alimentos demasiado salgados.
6. Não virar antes do tempo. Já ouviram aquela expressão: “Moída como uma cavala?”, que é como quem diz: “Quanto mais mexido for o peixe, mais mole fica?”. Este principio é, igualmente, aplicável à grelha. Os profissionais dos bons restaurantes assam o peixe, virando-o, apenas, um vez, para que mantenha a consistência, e fazem-no, somente, quando a pele começa a ficar tostada.
7. Golpear. Quando o peixe é assado inteiro, no caso de espécies de maior dimensão, como o pregado ou o linguado, é aconselhável dar, previamente, alguns golpes simétricos na horizontal, para que o lume entre, e fique bem cozinhado, como se pode ver na foto.

Posto isto, 5.75 leitores, uma vez que o peixe é muito mais saudável do que carne, aproveitem os dias de Verão, convidem os vossos amigos, e organizem uma assada. Mas, para que fique perfeito, não se esqueçam destes pequenos truques, testados e comprovados, que fazem toda a diferença na hora de consumir o que de melhor o mar tem para nos oferecer. Palavra de #lobo.
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Tendo contado com a participação de doze alunos, a formação começou com uma explicação sobre alguns aspectos importantes para reconhecermos a frescura do peixe espada preto, e a forma de obtermos filetes, sem assassinar o peixe. Assim, um pouco a medo, com uma faca maior do que eu, lá tentei dar um golpe suave junto à espinha, e, imodéstia à parte, até acho que não me saí mal.


Durante a aula, que durou cerca de duas horas, o Chef deu-nos dicas culinárias muito úteis, nomeadamente sobre o ângulo correcto em que se deve posicionar os alimentos, para os picar, sem trucidarmos os dedos; Um truque espectacular, e muito simples, para que a tábua não escorregue: colocar um papel húmido por baixo da dita; E a melhor forma de tirarmos o maior partido possível do sabor das ervas aromáticas, as quais devem ser incluídas, somente, no final da confecção, para que o aroma seja mais intenso. Felizmente, a minha querida amiga Cris Conq, também participou, o que tornou a aula, muito mais divertida (e animada).


Aprendemos a confeccionar dois pratos, cujas receitas estão no blog do Chef: Filetes de peixe espada preto em molho de caril e manga, e Filetes de peixe espada preto à bulhão Pato com crocante de broa. Uma verdadeira delícia. Fiquei absolutamente maravilhada, nomeadamente com esta forma de cozinhar caril, que não conhecia. Já que, cá em casa, raramente se come peixe porque o meu Amor não gosta, vou adaptar as duas receitas a versões vegetarianas e/ou com marisco. Me aguardem.

Em suma, foi uma manhã super divertida, e produtiva, com uma turma absolutamente fantástica, com quem tive o prazer de aprender imenso. Não posso deixar de agradecer à Câmara Municipal de Sesimbra, à Docapesca e Lotas, SA, e ao Chef Luís Machado pela fantástica aula. Na próxima lá estarei, na fila da frente. Palavra de #lobo.


Duas postas de atum fresco
Pimenta rosa, Q. B.
Coentros picados, Q. B.
Sumo de duas limas
Maionese caseira, Q. B.
Molho de soja, Q. B.
Gengibre frescos, picado, Q. B.
2 Dentes de alho, picados
4 Colheres de sopa de vinagre balsâmico
Cebolinho, Q. B.
Dica do #lobo – Sirva com tostas de pão caseiro. Fica uma delícia.
]]>Ingredientes (para duas pessoas):