Criado pelo célebre Raimundo António de Bulhão Pato, um celebre gastrónomo português que viveu no século XIX, e foi caricaturado por Eça de Queirós, nos “Maias, através de personagem Tomás de Alencar, o poeta romântico, falso moralista, que vivia desfasado do seu tempo. Apesar de querer ficar, para a história, como poeta, Raimundo António ficou célebre por um prato de ameijoas, servido, atualmente, de norte a sul do país.
Há quem tente assassinar a receita original, adicionando mostarda ou vinho branco, mas posso garantir, meus caros, que não há nada como a versão clássica, a que tive a ousadia de juntar lombinhos de porco, e, posso jurar, que ficou uma verdadeira delícia.
Muito simples, e rápida, de preparar, é perfeita para um almoço de fim de semana, em género petisco, regado por uma cerveja fresquinha ou um bom vinho branco. Se gostam do que há de mais genuíno na nossa gastronomia, mas com um twist de inovação, experimentem porque vão adorar, 5.75 leitores. Palavra de #lobo.


Assim, e porque a satisfação que tiramos da comida é fundamental para a nossa disposição partilho, convosco, a receita que utilizei para preparar o jantar de ontem, que, além de não dar qualquer tipo de trabalho a cozinhar, é mesmo muito deliciosa, com a vantagem de nos permitir recorrer a alguns produtos da época como as laranjas.
Se gostam deste clássico da cozinha francesa, com um twist tuga, experimentem porque vão adorar. Palavra de #lobo.


No entanto, devo confessar que, de quando em vez, como este prato, ainda que na versão mais suave, daí ter feito esta adaptação. Para além de uma receita económica, não exige uma grande variedade de enchidos, uma vez que consiste na versão simplificada da tradicional “feijoada transmontana”.
Se gostam de sabores bem portugueses, preparados de forma rápida, e descomplicada, experimentem, porque vão adorar. Palavra de #lobo.
